domingo, 23 de novembro de 2008

O carro eléctrico vive!




Na sexta passada passou pela faculdade de ciências um carro movido a electricidade. O carro é norueguês e denomina-se Buddycab. O Buddy pode transportar 3 adultos (bem apertadinhos), tem um velocidade máxima de 80Km/h e uma autonomia de 80Km. O que o torna perfeito para andar na cidade. Ah e é incrivelmente silencioso!
Este projecto já tem 20 anos, e deverá começar a ser construído em Portugal já em 2009.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Hoje: Seminário Cidades – que caminhos para a sustentabilidade

Decorre esta tarde o seminário Cidades – que caminhos para a sustentabilidade.
Esta iniciativa vai decorrer no Auditório da Casa Ambiente e Cidadão
(Rua de São Domingos à Lapa n.º 26, Santos-o-Velho, Lisboa)
Podem ver o programa aqui.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Questionário enegético

A BBC fez um questionário a 31 especialistas da área de energia, em torno da questão, como assegurar a segurança do abastecimento energético e reduzir as emissões de CO2, de uma forma não muito dispendiosa. A discussão centra-se na situação do Reino Unido, mas questões como estas colocam-se (ou devem colocar-se) em qualquer país.

sábado, 8 de novembro de 2008

Votem em mim!

O orçamento participativo está na fase de votação das propostas recebidas. Numa primeira fase fora escolhidas as áreas três prioritárias:

- Espaço Público e espaço verde.
- Reabilitação urbana.
- Infraestruturas viárias e trânsito e estacionamento.

Na área dos espaços verdes eu propus a requalificação do parque da Belavista. Várias pessoas fizeram propostas semelhantes, por isso há boas hipóteses de esta ideia vingar.

A minha proposta para a área do trânsito é a eliminação de duas faixas de rodagem na Rua Marquês Sá da Bandeira entre a Av. Berna e Duque d' Ávila, alargando os passeios. Esta intervenção tinha duas vantagens uma era aumentar o espaço de circulação de peões que é extremamente reduzido junto ao jardim Gulbenkian. E a segunda era a moderação da velocidade do trânsito na via, que é frequentemente demasiado elevada. Não creio que se justifique a existência de duas faixas de trânsito nesta via, e a sua existência estimula a circulação em excesso de velocidade. Esta proposta tem o nome obscuro de "Realinhamento da Rua Marquês Sá da Bandeira" e acho que dificilmente será escolhida, por isso faço aqui um apelo ao voto.

Votar nas propostas existentes é muito simples, basta irem a este endereço, registarem-se, escolherem três propostas e ordena-las consoante a sua importância.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

consumidores de nuclear preferem renováveis

comentário directo do site Grist

Illinois -- home state of our new president-elect -- is the most nuclear-reliant state in the nation, with 11 operating reactors. The Illinois communities of Oak Park, Berwyn, and Riverside are particularly reliant on nuclear power: it's 75 percent of their juice, purchased from Commonwealth Edison, a local subsidiary of Exelon, the nation's largest nuclear utility.

So it is of some interest that each of those communities voted on a straightforward referendum on Tuesday. It went like this: "Shall our elected officials in Illinois take steps to phase out nuclear power in the state, replacing it with renewable sources such as wind and solar?"

The results? 68.0 percent Yes, 32.1 percent No.

(You can find the breakdown here.)

So do nuclear's biggest customers prefer renewables? Kinda looks that way.

More on this from Harvey Wasserman.

mais mobilidade, menos carros

«A Quercus defendeu, esta quinta-feira, que o aumento do IVA nas portagens das pontes sobre o Tejo deve ser pago pelos utilizadores, advogando que o dinheiro poupado pelo Estado devia ser investido em novos comboios, desincentivando assim o uso do automóvel.»
mais sobre esta notícia da tsf aqui

sábado, 1 de novembro de 2008

O contentores de Lisboa a favor ou contra?

Está em curso um discussão interessante sobre o alargamento do terminal de contentores em Alcântara. Há duas petições na internet em curso, uma a favor, e outra contra.
Este questão suscita um debate muito interessante sobre o que é uma cidade, e como devem ser ocupados os seus espaços. Deve uma cidade ser apenas para as pessoas e para o lazer? Ou também deverão haver grandes espaços de serviços e até industriais.

Esta situação tem também importantes implicações ambientais. Todas as mercadorias transportadas por água não o serão por terra, representando um ganho ambiental assinalável, sobretudo se (como é o caso de Lisboa) terra representar estrada.

Porque considero que numa cidade não devem existir só espaços de lazer, porque com o aumento do preço dos combustíveis e com a necessidade de limitar as emissões de CO2, os portos marítimos e fluviais terão uma importância cada vez maior no transporte de mercadorias, sou inequivocamente a favor do alargamento do porto de Lisboa.