segunda-feira, 30 de julho de 2007
Air quality and ancillary benefits of climate change policies
Outros estudos em português (por exemplo)
domingo, 29 de julho de 2007
Crise energética no horizonte
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Fazer a diferença num mundo complicado
Você pode ser a melga, sem ofensa!
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Russos enviam submarino ao Ártico
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Biofuels - analise no Newscientist
ALMOST one-quarter of nature's resources are being gobbled up by a single species, and it's not difficult to guess which one. Based on figures for the year 2000, the most recent available, humans appropriate 24 per cent of the Earth's production capacity that would otherwise have gone to nature.
The result is a gradual depletion of species and habitats as we take more of their resources for ourselves. Things could get even worse if we grow more plants like palm oil and rapeseed for biofuels to ease our reliance on fossil fuels.
"Things could get even worse if we grow more plants like palm oil and rapeseed for biofuels to ease our reliance on fossil fuels
That is the message from a team led by Helmut Haberl of Klagenfurt University in Vienna, Austria. Haberl and colleagues analysed UN Food and Agriculture Organization data on agricultural land use in 161 countries covering 97.4 per cent of farmland.
By comparing carbon consumption through human activity with the amount of carbon consumed overall, Haberl's team found that humans use some 15.6 trillion kilograms of carbon annually. Half was soaked up by growing crops. Another 7 per cent went up in smoke as fires lit by humans, and the rest was used up in a variety of other ways related to industrialisation, such as transport (Proceedings of the National Academy of Sciences, DOI: 10.1073/pnas.0704243104).
Haberl says that the Earth can just about cope if we meet future needs by producing food more efficiently. This could be done by intensifying agriculture on roughly the same amount of land as we use now. But we're asking for trouble, he says, if we expand production of biofuels, as the only fertile land available is tropical rainforests.
"If we want full-scale replacement of fossil fuels by biofuels, this would have dramatic implications for ecosystems," says Haberl. He warns that some projections foresee four or fivefold increases in biofuel production. "This would at least double the overall amount of biomass harvested, which is about 30 per cent above ground at present, but would increase to 40 or 50 per cent to meet these biofuel targets," he says.
This would mean clearing what remains of the world's rainforests in countries such as Brazil and Argentina. As well as wiping out thousands of species, this would have devastating effects on the climate, he says. Unlike farmland, forests help to seed rainfall because they have high evaporation rates.
"The less evaporation there is, the less rainfall there is and the whole system dries up," he says.
Solar termoeléctrico em Tavira
A nova remuneração das tarifas garantidas para as energias renováveis define uma tarifa garantida para o solar termoeléctrico (produção de electricidade a partir de calor obtido a partir da radiação solar) muito favorável (acima da energia das ondas, abaixo do solar fotovoltaico).
Considerando o potencial de redução de preço desta tecnologia (que eu considero "curto", pois não se espera que graças a estes projectos de demonstração aprendamos a fazer espelhos muito mais baratos...) que sentido faz subsidiar desta maneira projectos como o de Tavira ?
Aparentemente há outras pessoas que se preocupam (ainda que por razões um pouco diferentes).
sexta-feira, 13 de julho de 2007
A carne e as alterações climáticas
According to a new report published by the United Nations Food and Agriculture Organization, the livestock sector generates more greenhouse gas emissions as measured in CO2 equivalent – 18 percent – than transport. It is also a major source of land and water degradation. » Mais aqui
Pois é, que chatice!
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Ameaças que pairam sobre o mundo
1 - "O terrorismo não é a maior ameaça enfrentada pelo mundo."
2- "As alterações climáticas são o mais grave motivo de preocupação"
Nova Iorque promove o consumo de água da torneira
Confesso que a ideia me fascinou. Nova Iorque é um dos maiores centros de consumo do mundo, nesta cidade a regra de ouro é usar e deitar fora, preocupações como reduzir ou reciclar foi algo que eu não vislumbrei por aquela cidade. A quantidade de lixo que se produz em Manhattan à hora do almoço é espantosa, até a sopa é servida em copos de papel descartáveis.
Os objectivos desta campanha são ecológicos e de saúde pública.
De facto a água da torneira é muito mais ecológica que a água engarrafada. A água engarrafada tem uma quantidade de emissões de Co2 associadas ao transporte, por vezes de milhares de quilómetros, desde a fonte até ao consumidor. A água da torneira não tem estas emissões associadas e ainda evita o gasto de plástico da embalagem. A campanha parece-me extremamente interessante sobretudo porque também diz às pessoas para beberem menos refrigerantes, e beberem mais água por questões de saúde.
Em suma a camâra de Nova Iorque diz às pessoas para consumirem menos porque é mais saudável e mais ecológico, espantoso.
Esta medida terá ainda mais relevância se à água for servida em copos de vidro e não em copos descartáveis, mas isto talvez seja pedir demais à Big Apple .
segunda-feira, 9 de julho de 2007
As ameaças do mundo actual
Um novo livro da colecção Sociedade Global da Editorial Presença: "As ameaças do mundo actual: alterações climáticas, escassez de recursos naturais, marginalização, militarização, terrorismo". Título original,"Beyond Terror"- "Será mesmo o terrorismo internacional a ameaça principal à segurança internacional?"De facto todos estes tópicos estão, de algum modo, relacionados e exigem uma resposta global, que falta ainda encontrar, mas de que já existem alguns sinais nos movimentos sociais internacionais.
São apenas 120 páginas.
Ruído mata mais na Europa do que poluição do ar
2007/07/09 | 08:54
http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=830168&div_id=291
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=284968
_________________________________________________
Air quality and health (WHO)
"Clean air is a basic precondition of our health. However, most of the people in Europe and other regions of the world suffer from exposure to many air pollutants which set our health at risk. For example:..."
http://www.euro.who.int/air
The urban environment (WHO)
http://www.who.int/heli/risks/urban/urbanenv/en/index.html
___________________________________________________
URBAN TRANSPORT 2007
Thirteenth International Conference on Urban Transport and the Environment in the 21st Century
3 - 5 September, 2007
Coimbra, Portugal
http://www.wessex.ac.uk/conferences/2007/urban07/
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Concertos Live Earth: nova ofensiva!
Algumas passagens (recomendo a leitura integral):
«So Live Earth is trying a new approach. If we can't produce change with the cold facts, it reckons, maybe we can capture people's imagination by making climate change accessible, groovy, sexy and fun. It is a marketing logic that works well for consumer goods, and let's face it, global rock concerts would shift any product. If Live Earth were Live Knitwear, Pringle would shoot into the FTSE 100.»
«The problem is that we are locked into patterns of collective denial and have adopted a wide range of strategies to avoid accepting personal responsibility.»
Psychologists observe that the more witnesses there are to a crime, the lower the chance that any of them will intervene. Major assaults can happen in busy shopping streets and no one does anything because they are all looking at their watches and saying, "I wonder when the police will get here?" I fear that Live Earth could fall straight into a similar trap. It could create two billion bystanders getting hip to the climate beat and demanding to know when someone is going to do something about this awful climate change thing.
Ascensor para bicicletas, Trondheim - Noruega
Ora cá está uma ideia engenhosa para responder ao prof. martelo! Já não pode haver desculpas! Outro vídeo sobre o mesmo ascensor.
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Condominio da Terra
«a coexistência de soberanias autónomas num espaço colectivo, ou seja, um poder político, supremo e independente, relativo à fracção territorial de cada estado, e partilhado, no que concerne as partes comuns.»
t-shirts
Sócrates, Barroso e Lula participam em debate sobre biocombustíveis
O nosso primeiro-ministro disse que os biocombustíveis são uma opção fundamental por três razões que passo a citar:
1) São o instrumento mais poderoso para reduzir as emissões de Co2.
2) Ajuda a reduzir a dependência energética do exterior.
3) Ajuda os países menos desenvolvidos a terem um mercado agrícola.
Lula afirmou que a aposta neste tipo de combustíveis era fundamental para promover o desenvolvimento rural já que:
"Por cada trabalhador numa fábrica de transformação há 1000 trabalhadores no campo."
Que Lula veja na aposta massiva nos biocombustíveis, uma forma de criar mercado para os seus produtos agrícolas, é fácil de entender. O Brasil continua a ter um enorme êxodo rural, milhares de pessoas que partem todos os anos para as grandes cidades à procura de emprego, Estas são cada vez maiores e mais difíceis de gerir. A criação deste novo mercado pode ter um papel importante para estancar estes fluxos de população.
Já a posição do nosso primeiro parece-me muito mal fundamentada, porque
1) Não é nada claro que os biocombustíveis sejam o "instrumento mais poderoso para reduzir as emissões de Co2". É verdade que a queima destes combustíveis só liberta o Co2 absorvido durante o crescimento da planta do qual foi extraido. Mas para cultivar estas plantas é preciso ter grandes quantidades de terra, e isso normalmente significa desflorestação. E a desflorestação é um dos "intrumentos mais poderosos" para aumentar o Co2 na atmosfera.
2) Dizer que os biocombustíveis ajudam a reduzir a dependência energética do exterior é pelo menos controverso. A mim parece-me que vamos deixar de importar petróleo para passar a importar biocombustíveis.
3) Sim é verdade cria um mercado agrícola para os países menos desenvolvidos. Mas também cria outro problema, a aposta global nos biocombustíveis tem levado a que alguns produtos agrícolas tenham aumentado muito o seu preço, criando sérios problemas aos mais pobres que deixaram de puder comprar produtos essenciais para a sua alimentação.
Eu não demonizo os biocombustíveis, acho que são uma tecnologia que deve ser desenvolvida e utilizada com ponderação. Mas este discurso de que os biocombustíveis vão substituir o petróleo, serve para os políticos dizerem às pessoas que podem manter o seu estilo de vida inalterado, o que não me parece que seja verdade.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Volta de Bike este sábado da Torre de Belém ao Parque das Nações promovido pelo Condomínio da Terra
Recebi um email hoje que promove uma iniciativa ligada ao "Live Earth" que decorre no dia 7 de Julho (este sábado).
Vou re-encaminhar esse email para o pessoal da lista do blogue. Para aqueles que querem a informaçao mas que não estão na lista, basta mandar-me um email a pedir para o killian.lobato@gmail.com
Em resumo: o evento é uma volta de bicicleta que parte da torre de Belém as 10am de sábado e que acaba no Parque das Nações. O bónus é que a participação da entrada gratuita para o concerto!
Killian
O evento esta ligado a este site;
http://www.earth-condominium.com/
terça-feira, 3 de julho de 2007
segunda-feira, 2 de julho de 2007
domingo, 1 de julho de 2007
Gostei do encontro da massa critica
Eis a minha primeira mensagem aqui no blogue do PDIA. Gostei de ver quando nós nos juntamos ao pessoal da "Massa Critica" , o tipo de gente envolvida e o impacto que houve. Vi bastantes sorrisos por parte dos peões e condutores a quem entregamos folhetos de informação. Claro esta, aparecerem aqueles normalmente machistas de bigode e pansa grande a mandar palavras feias. Acho que esta raça de pessoa tende a desaparecer e é muito improvável que saibam ligar um PC e ler o nosso blogue! O que se viu também foi o desconforto que naqueles que andavam nos seus carros a sós. Para aqueles que pensam que este tipo de intervenção é agressiva demais, eu digo o contrario. Acho quem nos viu, gostou de saber que há aqueles que podem lutam por alternativas. Aqueles que sentiram que estávamos a ocupar a via publica deveriam pensar bem na razao pela qual têm tanta pressa.
Killian


