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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

1º Congresso Lusófono sobre Ambiente e Energia


De 20 a 22 de Setembro terá lugar o primeiro Congresso Lusófono sobre Ambiente e Energia.

Segundo a informação disponibilizada no website o evento tem como objectivo constituir um fórum de encontro e discussão em torno de temas relacionados com as questões do ambiente e energia que interessam aos países lusófonos. Pretende-se promover o confronto de ideias, a partilha de experiências e abordagens e o desenvolvimento de parcerias por forma a promover a cooperação entre investigadores, técnicos profissionais, decisores e estudantes dos diferentes países.

Sobre a organização, o programa e como participar: http://lusambe.dcea.fct.unl.pt/

sábado, 8 de novembro de 2008

Votem em mim!

O orçamento participativo está na fase de votação das propostas recebidas. Numa primeira fase fora escolhidas as áreas três prioritárias:

- Espaço Público e espaço verde.
- Reabilitação urbana.
- Infraestruturas viárias e trânsito e estacionamento.

Na área dos espaços verdes eu propus a requalificação do parque da Belavista. Várias pessoas fizeram propostas semelhantes, por isso há boas hipóteses de esta ideia vingar.

A minha proposta para a área do trânsito é a eliminação de duas faixas de rodagem na Rua Marquês Sá da Bandeira entre a Av. Berna e Duque d' Ávila, alargando os passeios. Esta intervenção tinha duas vantagens uma era aumentar o espaço de circulação de peões que é extremamente reduzido junto ao jardim Gulbenkian. E a segunda era a moderação da velocidade do trânsito na via, que é frequentemente demasiado elevada. Não creio que se justifique a existência de duas faixas de trânsito nesta via, e a sua existência estimula a circulação em excesso de velocidade. Esta proposta tem o nome obscuro de "Realinhamento da Rua Marquês Sá da Bandeira" e acho que dificilmente será escolhida, por isso faço aqui um apelo ao voto.

Votar nas propostas existentes é muito simples, basta irem a este endereço, registarem-se, escolherem três propostas e ordena-las consoante a sua importância.

sábado, 1 de novembro de 2008

O contentores de Lisboa a favor ou contra?

Está em curso um discussão interessante sobre o alargamento do terminal de contentores em Alcântara. Há duas petições na internet em curso, uma a favor, e outra contra.
Este questão suscita um debate muito interessante sobre o que é uma cidade, e como devem ser ocupados os seus espaços. Deve uma cidade ser apenas para as pessoas e para o lazer? Ou também deverão haver grandes espaços de serviços e até industriais.

Esta situação tem também importantes implicações ambientais. Todas as mercadorias transportadas por água não o serão por terra, representando um ganho ambiental assinalável, sobretudo se (como é o caso de Lisboa) terra representar estrada.

Porque considero que numa cidade não devem existir só espaços de lazer, porque com o aumento do preço dos combustíveis e com a necessidade de limitar as emissões de CO2, os portos marítimos e fluviais terão uma importância cada vez maior no transporte de mercadorias, sou inequivocamente a favor do alargamento do porto de Lisboa.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Restos de comida vão ser recolhidos nas famílias

Rita Carvalho
dn, 11 de Agosto de 2008


Reciclagem. O lixo orgânico produzido na casa dos portugueses vai ser recolhido e reciclado. Depois de tratado servirá para produzir fertilizantes agrícolas e florestais. Governo está a estudar as utilizações que este composto pode ter e a sua viabilidade. Depois, analisará a melhor forma de recolha doméstica

Após o tratamento, o lixo dará composto para a floresta e a agricultura

Os restos de comida produzidos em casa e deitados no contentor normal vão ser recolhidos e reciclados. O Governo está a estudar a melhor forma de recolhê-los junto das famílias, tratá-los e aproveitá-los. Depois do tratamento, estes lixos orgânicos são transformados em composto que pode ser usado como fertilizante agrícola ou florestal e em revestimentos de estradas.

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está a analisar as utilizações que podem ser dadas aos restos orgânicos, avaliando a rentabilidade e a viabilidade da sua recolha. "A grande dificuldade é escoar o composto no mercado, que tem de ter qualidade e não pode ser aplicado de qualquer forma nos solos", explica Gonçalves Henriques, director da APA. Por isso, é por aí que o processo tem de começar, mesmo antes de se ponderar o melhor sistema de recolha doméstica. "É preciso também analisar a quantidade produzida e a fracção valorizável." Os restos de comida são cerca de 30% do lixo. (...)

terça-feira, 22 de julho de 2008

o mundo é a nossa casa

vídeo de sensibilização no site da carris:

sexta-feira, 11 de julho de 2008

350 !

o que é o 350?
vídeo de introdução no
youtube
a minha proposta de acção 350 da plataforma:
plantar 350 novas árvores em Lisboa até ao fim do ano! o que acham?


sexta-feira, 4 de julho de 2008

Balanço do ciclo da mobilidade

Com a exibição e de debate do filme "the End of Suburbia" na Fábrica Braço de Prata, na quarta-feira ficou concluído o ciclo de eventos em que Plataforma procurou promover o debate sobre a mobilidade nos centros urbanos. Para além deste evento foi também realizada uma tertúlia sobre transportes na cidade de Lisboa na sexta dia 27 de Junho. Também nesse dia a Plataforma participou na Massa Crítica, distribuindo aos automobilistas panfletos apelando à redução do uso do automóvel no seu dia dia.
As iniciativas tiveram níveis de participação muito interessantes (15-20 pessoas), e as discussões que tiveram lugar foram bastante interessantes, pelo que o balanço deste pequeno ciclo é bastante positivo.

Durante a Tertúlia sobre transportes na cidade de Lisboa, surgiram as seguintes propostas:

- Solicitar à Carris suportes para bicicletas no exterior dos eléctricos e elevadores.
- Sugerir a criação de um troleybus junto à IC19.
- Pedir uma faixa na ponte nova para bicicleta, ou em alternativa solicitar uma na ponte 25 de Abril.
- Solicitar a criação de portagens para entrar na cidade.
- Reclamar parques de estacionamento para bicicletas em zona vigiadas, em espaços como estações de comboio e interfaces de transportes.
- Solicitar medidas de facilitação da vida do ciclista, tais como elevadores, rampas (Nota: Para realçar a importância destas medidas em conjunto com as bicicletas devem ser mencionados os utentes de mobilidade reduzida).
- Criação de massas críticas/bicicletadas temáticas.
- Coordenação das diferentes iniciativas para que se faça pressão em conjunto, para maximizar o êxito das mesmas.
- Reclamar a estrada do Porto (estrada junto ao rio de Braço de Prata a S. Apolónia) para os ciclistas. Reclamar também a via ciclável Algés-Expo.
- Lançar desafios aos ciclistas.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Ambiente urbano, saúde e transportes

A minha percepção acerca das nossas percepções sociais é a de que cada vez mais nos sentimos preocupados, alertados e sensibilizados para as questões ambientais, em particular as directamente relacionadas com a saúde humana, seja porque os media dão cada vez mais importância ao assunto ou porque os sentimos de facto.


Li recentemente um relatório de 2004, "Áreas Metropolitanas – Vivências, Mobilidades e Qualidade de Vida" pela investigadora Susana Valente, sob orientação de Luísa Schmidt. Fiquei a saber entre outras coisas que:

- o ruído é o problema ambiental que os inquiridos colocam em primeiro lugar, seguido da poluição automóvel e poluição do ar. A questão era de resposta aberta e o estudo destaca ainda o trânsito como outra categoria apontada;

- a maioria percepciona que estes problemas vão piorar nos próximos 10/15 anos e considera que "a resolução dos problemas ambientais no mundo actual depende principalmentede uma mudança de comportamentos de cada um de nós ".


O crescimento das áreas metropolitanas e o não acompanhamento de uma actualização da necessária rede de transportes públicos, que se apresenta aparentemente insuficiente, tem contribuído para o cenário actual de congestão diária devido ao recurso do transporte individual.

Ouvi uma vez o investigador João Seixas referir que a estimativa de custos associados a utilização excessiva do transporte individual é 14,3% do PIB nacional.


Tendo em conta que, em ambiente urbano os transportes são a principal causa de poluição do ar e ruído e considerando as suas reconhecidas implicações na saúde, parece-me que se deveria pensar a mobilidade como um bem público cuja avaliação de qualidade, na satisfação, passe pela inclusão efectiva das externalidades associadas, nomeadamente os custos com a saúde.


sítios na web

WHO – World Health Organization

Ar : http://www.euro.who.int/healthtopics/HT2ndLvlPage?HTCode=air

Ruído: http://www.euro.who.int/healthtopics/HT2ndLvlPage?HTCode=noise

Tem-se assistido ao desenvolvimento de estratégias no sentido de mitigar este efeito...por exemplo relativamente à poluição do ar a Estratégia temática sobre a poluição atmosférica: http://europa.eu/scadplus/leg/pt/lvb/l28159.htm

domingo, 13 de abril de 2008

Ambiente e Saúde Pública: desafio à cidadania


A degradação objectiva do ambiente urbano e suas implicações reflecte-se cada vez mais na subjectiva degradação do bem estar. A preocupação demonstrada nesta percepção pessimista de futuro por parte dos portugueses, eleva ainda mais a urgência de coordenar esforços para a resolver. Com este debate procuraremos compreender de forma mais precisa a relação causal entre a poluição e a saúde humana assim como a prioridade de resolução dos vários factores e encontrar estratégias para enfrentar estes problemas.


Como chegar à Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro: mapa
Metro: Telheiras (Linha Verde)
Autocarros: 47, 78, 767


quinta-feira, 10 de abril de 2008

"Páscoa proibida e ambientalismo beato"

Este artigo de Henrique Raposo vale a pena ser lido e comentado. Este é o "tal" artigo citado pela nossa oradora Sofia Vaz no debate sobre consumo resposável.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Health and Consumer Protection DG

What are some of the main challenges that our DG may face in the future? How will the environment in which we operate evolve in the coming 10-20 years? For example: will consumers have confidence in what we purchase in a supermarket? Will consumers be increasingly looking for ethical or local products? Will citizens live longer and healthier? Will consumers spend even more time on the internet looking for information or making a purchase?

What are the different future scenarios? What does it mean for us? How should we prepare ourselves pro-actively?


mais informação

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

"365 maneiras de mudar o mundo"

"365 ways to change the world" . Este "site" dá algumas sugestões sobre formas de agir. Podem subscrever a "newsletter". Eis algumas ideias de "How to save the world in your spare time":
1 - “Thought without constructive action is demoralising”.
2 - "You can accomplish anything you want so long as you don’t care who gets the credit".
3 - "There is no one so famous or important that you cannot pick up the phone and talk to them. Even famous people need baths".
4- "Sometimes governments lie".
5 - "No one is powerless without their own permission".
6- "Changing the world is only a matter of time… if you have enough people on your side. Getting them on your side is what takes time".

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Fazer a diferença num mundo complicado

Se é daquele(a)s que pensam que a sua contribuição individual é insignificante perante a dimensão e complexidade assustadoras dos problemas do mundo de hoje, reflicta sobre esta frase de Anita Roddick, fundadora da Body Shop: "Se pensa que o tamanho é obrigatório para ter algum impacte, experimente ir para a cama com uma melga no quarto". Está bem visto!
Você pode ser a melga, sem ofensa!