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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

personagens fazem divulgação sobre as urgentes alterações de comportamento

Hoje em dia é cada vez mais fácil interagir, receber e transmitir dados acerca do mundo actual e da luta por um mundo global e cada vez melhor. podemos nos juntar a sites como o http://www.dothegreenthing.com/e estender o nosso pequeno contributo a comunidades cada vez mais alargadas! cativar através do humor e de excelentes efeitos visuais funciona e não deixa nunca de ser uma acção informada e séria! a luta pela visibilidade das alterações climáticas e dos seus problemas políticos nunca esteve tão criativa como HOJE. o novo vídeo animado da greenpeace, dirigido ao público inglês, mostra esse bastião da cultura da guerra fria 'mr.bond', agora 'mr.green' como líder do combate contra as energias sujas de 'coalfinger': a guerra "quente"!
para ver com muita atenção aqui: http://www.coalfinger.com/
mas há muitos mais vídeos e, sobretudo, IDEIAS online para consumir e partilhar. deixo aqui algumas das minhas preferidas:
insulação com forma de corpo humano (novo!)
duches curtos!
energia alternativa
pensar antes de ir ao supermercado
e claro todas as animações do animal planet: curtas, incisivas e com a voz da dawn french!
parabéns a todos os artistas por detrás de todos estes vídeos e imagens!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Questionário enegético

A BBC fez um questionário a 31 especialistas da área de energia, em torno da questão, como assegurar a segurança do abastecimento energético e reduzir as emissões de CO2, de uma forma não muito dispendiosa. A discussão centra-se na situação do Reino Unido, mas questões como estas colocam-se (ou devem colocar-se) em qualquer país.

sábado, 1 de novembro de 2008

O contentores de Lisboa a favor ou contra?

Está em curso um discussão interessante sobre o alargamento do terminal de contentores em Alcântara. Há duas petições na internet em curso, uma a favor, e outra contra.
Este questão suscita um debate muito interessante sobre o que é uma cidade, e como devem ser ocupados os seus espaços. Deve uma cidade ser apenas para as pessoas e para o lazer? Ou também deverão haver grandes espaços de serviços e até industriais.

Esta situação tem também importantes implicações ambientais. Todas as mercadorias transportadas por água não o serão por terra, representando um ganho ambiental assinalável, sobretudo se (como é o caso de Lisboa) terra representar estrada.

Porque considero que numa cidade não devem existir só espaços de lazer, porque com o aumento do preço dos combustíveis e com a necessidade de limitar as emissões de CO2, os portos marítimos e fluviais terão uma importância cada vez maior no transporte de mercadorias, sou inequivocamente a favor do alargamento do porto de Lisboa.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Alterações climáticas. riscos e respostas

Alterações climáticas. riscos e respostas

Alterações climáticas. riscos e respostas

CICLO DE CONFERÊNCIAS: ENFRENTANDO A CRISE GLOBAL DO AMBIENTE

16/10/2008
18h00
Salas 1 e 2
Entrada Livre

Professor Hans Joachim Schellnhuber, Director do Instituto para a pesquisa do impacto climático de Potsdam - PIK

http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=812

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

The Seasons Alter

Gravatas, eficiência energética e o Plano de Eficiência Energética

Eficiência energética mata gravatas

João Pedro Henriques e Susete Francisco
dn, Segunda, 11 de Agosto de 2008

Nações Unidas apelaram ao uso de traje informal

A gravata encontra-se novamente debaixo de forte ataque no mundo ocidental. Primeiro foram estudos indicando que os nós muito apertados poderiam aumentar os riscos de glaucoma, uma das principais causas da cegueira irreversível. Agora surgiu uma nova frente: a ambiental/económica.

O "general" que lidera o ataque antigravata chama-se Ban Ki-moon e é coreano. Ocupa o importante posto de secretário-geral das Nações Unidas. No início deste mês lançou a Cool UN ("ONU fresca"). Que, no essencial, consiste no seguinte: uma directiva às pessoas que frequentam a sede da instituição em Nova Iorque neste mês para que adoptem trajes informais. Objectivo: desacelerar o funcionamento do ar condicionado, aumentando a temperatura dos edifícios em 2 graus. Dizem as Nações Unidas que essa pequena medida, tirar a gravata (e o inevitável casaco) irá fazer poupar cem mil dólares num mês; e a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono, o gás que provoca o famoso buraco no ozono.

Por cá, o Governo também tem um Plano de Eficiência Energética. Mas não incluiu, pelo menos por enquanto, tirar gravatas. (...)
O DN questionou todos os ministérios sobre práticas de eficiência energética nos edifícios do Estado - no final de duas semanas responderam seis. Respostas que deixam uma certeza: o tipo de práticas adoptada, da temperatura nos edifícios ao tipo de lâmpadas utilizada fica mais ao critério do bom senso do que a qualquer guia de boas práticas - que não existe em concreto para os serviços estatais.

No início deste ano, o Ministério da Economia lançou o plano Portugal Eficiência 2015, que inclui um programa dedicado em específico ao Estado. Uma das medidas passa pela certificação energética dos edifícios - que até agora abrangeu dois, a Economia e o Ambiente. A sede do ministério de Manuel Pinho, na rua da Horta Seca, em Lisboa, ficou na classe C (a classificação vai e A a G).

No que se refere às lâmpadas, a maioria dos ministérios (Economia, Ambiente, Obras Públicas, Defesa, Saúde e Administração interna) refere já usar as florescentes, mais amigas do ambiente. Mas o processo de substituição não está terminado - ainda há lâmpadas incandescentes a iluminar as sedes ministeriais.

Uma prática que parece estar consolidada é a da reciclagem do papel: todos dizem praticá-la. As Obras Públicas reciclam, mensalmente, cerca de 500 kg de papel. A Defesa aponta dados do Estado-Maior-General das Forças Armadas: "cerca de 750 kg de papel triturados por mês".

Mas a "medalha" de eficiência energética nos edifícios do Estado vai para a Presidência. Cavaco Silva quis dar o exemplo, chamou um grupo de auditores e eis a conclusão - até agora o Palácio de Belém emitia anualmente 771 toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera. Factura anual de energia: 157 mil euros. Este ano, já com novas medidas de eficiência energética, a emissão de CO2 deverá cair para as 553 toneladas.

Absorção de CO2 é maior nas florestas virgens ...

...do que nas áreas reflorestadas
As florestas intocadas absorvem entre 40 e 60 por cento mais dióxido de carbono (CO2) do que as florestas exploradas comercialmente ou em monoculturas, conclui um estudo da Universidade Nacional da Austrália divulgado ontem. Os cientistas criticam que as negociações climáticas, que reconhecem as florestas como sumidouros de carbono, não façam a distinção entre estes tipos de florestas.
Os cientistas daquela Universidade estudaram as florestas australianas e concluíram que a quantidade média de carbono armazenada nas florestas naturais de eucalipto é de cerca de 640 toneladas por hectare. Segundo o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, sigla em inglês), a quantidade média de carbono armazenado nas florestas temperadas é de apenas 217 toneladas de carbono por hectare.

Além disso, as florestas naturais armazenam CO2 durante mais tempo. As florestas industrializadas têm uma diversidade genética reduzida e, por isso, são menos resistentes às pragas, doenças e alterações climáticas.
(...)
Como exemplo, o estudo concluiu que os 14,5 milhões de hectares de florestas naturais de eucalipto no Sudeste da Austrália podem armazenar cerca de 9,3 mil milhões de toneladas de carbono. Actualmente o carbono armazenado nessas florestas é o equivalente a retirar da atmosfera 460 milhões de toneladas de CO2, por ano, durante o próximo século.

Só no ano passado as negociações internacionais das Nações Unidas sobre alterações climáticas reconheceram o papel das florestas enquanto sumidouros de carbono. Hoje faz parte do “Plano de Acção de Bali” a ser debatido para preparar a cimeira de Copenhaga, em 2009. No entanto, as negociações não fazem distinção entre florestas virgens e florestas transformadas pelo homem.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

alterações climáticas



variações climáticas nos últimos 150 anos
Sir David Attenborough: The Truth About Climate Change

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

o aquecimento global é perigoso


para os gatos!
atenção: os conteúdos deste vídeo podem ser considerados demasiado sádicos para pessoas que não sejam sensíveis às alterações climáticas em curso no nosso planeta e que nos afectam JÁ a todos

sexta-feira, 11 de julho de 2008

350 !

o que é o 350?
vídeo de introdução no
youtube
a minha proposta de acção 350 da plataforma:
plantar 350 novas árvores em Lisboa até ao fim do ano! o que acham?


quinta-feira, 10 de julho de 2008

Tesla Roadster


Este é o topo de gama dos carros (só) eléctricos já em comercialização. O Tesla Roadster é baseado num chassis Lotus.
Especificações:

- 350 km de autonomia (bateria de lítio);
- 4 segundos dos 0-100 km/h;
- consumo equivalente a 1,74 L/km;
- velocidade máxima 200 km/h (limitada electronicamente);
- 3h30m para recarga completa;
- peso: 400-450 kg;
- tempo de vida 160 000 km;
- preço: 100 000€.

ups!

Diz Sócrates: «Se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 por cento do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 por cento uma componente ambiental. O Governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente”»

Mas…. de acordo com o Código do Imposto sobre veículos,

Artigo 2.º
Incidência objectiva
(…)
2 — Estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos:
a) Veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis;

e no Codigo do Imposto Único de Circulação

« Artigo 5.º
Isenções
1 — Estão isentos de imposto os seguintes veículos: (…)
d) Veículos não motorizados, exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis, veículos especiais de mercadorias sem capacidade de transporte, ambulâncias, veículos funerários e tractores agrícolas;

Roubado aqui.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Carro eléctrico

Com pompa e circunstância foi hoje assinado um protocolo entre o Governo e a Renault-Nissan para a comercialização em Portugal de modelos de veículos eléctricos, que se espera poderem ser lançados em larga escala a partir de 2010. Os pormenores deste "negócio" ainda são desconhecidos e principalmente, as características técnicas dos automóveis. Os primeiros dados são prometedores. As questões mais importantes relativamente as carros eléctricos, e que serão inevitavelmente discutidos nos próximos tempos são:
- o preço do carro eléctrico vs. equivalente com motor de combustão interna;
- é o carro eléctrico "amigo do ambiente" no processo de construção (materiais usados e energia gasta)?;
- a sua autonomia;
- o seu abastecimento (facilidade e tempo de recarga);
- custo por quilometro vs. equivalente com motor de combustão interna;
- tempo de vida;
(...)

É certamente um passo para a diminuição das emissões de CO2 (dependendo de como é produzida a electricidade) mas não será certamente a solução para o congestionamento do trânsito....


(REVA, o carro eléctrico mais vendido do mundo)

terça-feira, 8 de julho de 2008

no comments

G8 quer mais petróleo e promete redução de emissões em 2050

Os líderes dos países mais industrializados pedem aos países produtores que aumentem a sua produção para travar o aumento do preço do petróleo.
Entretanto isso parece que não é possível.
Como não me parece credível que os líderes dos oito países mais ricos do mundo não tenham quem lhes diga que o que pedem não faz sentido, só posso concluir que este pedido é só uma forma de iludir a opinião pública.
Os líderes mundiais não têm coragem de apelar a uma redução do consumo de combustíveis, porque isso põe em causa o sacrossanto crescimento económico.
Não têm capacidade de delinear uma estratégia que torne o mundo menos dependente dos combustíveis fósseis, e simultâneamente reduzir as emissões de CO2 mundiais.
Por isso fazem este pedido impossível de satisfazer. Não deixa de ser caricato que perante uma crise mundial, os oito países mais desenvolvidos em lugar de apontarem um caminho para sair desta situação, façam um apelo aos países produtores de petróleo para que resolvam a situação.
Para além deste pedido, o G8 fez também a promessa de reduzir as emissões de CO2 em 50% daqui a 40 anos, o que é uma forma elegante de dizer que por enquanto não tencionam fazer absolutamente nada.

quarta-feira, 23 de abril de 2008