sexta-feira, 17 de julho de 2009

Bicycle Film Festival em Lisboa e VeloCine pelo país

Portugal vai pela 1ª vez receber o Bicycle Film Festival. O evento terá lugar em Lisboa no mês de Setembro.



O BICYCLE FILM FESTIVAL [BFF] integra-se na emergente cultura do ciclismo urbano. Conjugando os diferentes aspectos da cultura ciclística, promove a bicicleta e a sua capacidade de nos transportar de variadas maneiras.

Desde que surgiu em 2001 em Nova Iorque, o BFF contribuiu significativamente para a dinâmica de crescimento do movimento ciclístico nas grandes cidades do Mundo. O seu propósito é o de estimular positivamente a comunidade e os utilizadores da bicicleta através de diversas actividades
.(in massacriticapt; fpcub)



O prazo para submissão de propostas artísticas para o BFF Lisboa terminou em Junho.
Gostava de ver filmes ou propostas de Portugal. Segundo um post no blog massacriticapt, poderá estar presente um protótipo do Bicycle LED POV.

O VeloCine está anunciado como um festival itinerante sobre a cultura da bicicleta. Em Outubro/Novembro...numa cidade perto de si.
Mais não sei...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

França desliga um terço da sua capacidade nuclear e compra electricidade à Grã-Bretanha

A França foi forçada no fim-de-semana passado a importar electricidade da Grã-Bretanha devido à vaga de calor que colocou um terço das suas centrais nucleares fora de serviço, noticia o diário britânico Times.

O problema, que já não é novo no país europeu que concentra o maior número de centrais nucleares, ocorre quando as temperaturas sobem para a casa dos 30 graus celsius, como aconteceu nos referidos dias. Mesmo assim, desta vez, os reactores da EDF atingiram um novo recorde: produziram ao seu mais baixo nível dos últimos seis anos, obrigando a companhia eléctrica a comprar capacidade adicional aos ingleses.

De acordo com o Times, 19 das centrais nucleares francesas utilizam água dos rios em vez do mar para os seus sistemas de refrigeração. Quando as temperaturas sobem, a EDF tem de desligar os reactores da rede para evitar que excedam os 50 graus celsius, para além de ter restrições ambientais sobre a temperatura máxima a que pode devolver a água aos rios.

Um porta-voz da National Grid, congénere da REN portuguesa, citado pelo mesmo jornal acrescentou que a energia enviada para França chegou a atingir picos equivalentes à produção de uma central nuclear de 1000 megawatts.

Há um mês, a EDF anunciou que, durante o mês de Julho, necessitaria de importar até 8000 megawatts de electricidade, o suficiente para abastecer Paris, dando como razões o efeito combinado da água quente, que impede a refrigeração dos sistemas nucleares, uma greve de dez semanas dos trabalhadores do sector da energia e trabalhos de manutenção em curso.

Segundo fonte da indústria, a França terá cerca de 20 gigawatts, de um total de 63 gigawatts de capacidade nuclear, fora de serviço, numa altura de pico de procura pelo maior uso do ar condicionado, sendo que 75 por cento da sua electricidade tem origem nuclear. Esta situação coloca em causa o que tem sido um dos grandes argumentos desta indústria: segurança do abastecimento e independência energética.

07.07.2009 - 22h04
Por Lurdes Ferreira

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Sensores sem fios

...vão medir a poluição do ar em quatro cidades britânicas
30.06.2009 - 15h33 PÚBLICO
Quatro universidades britânicas lançaram hoje uma iniciativa que pretende distribuir cem sensores sem fios por quatro cidades – Londres, Leicester, Gateshead e Cambridge – para medir a poluição do ar. Os dispositivos poderão ser instalados em autocarros, automóveis, bicicletas e até em transeuntes.

Segundo a BBC online, os dispositivos vão medir cinco substâncias poluentes diferentes – incluindo o monóxido de carbono e o dióxido sulfúrico - , emitidas pelo trânsito, e transmitir os dados recolhidos através de redes de telemóvel.

“Cada sensor tem um sistema de posicionamento de satélite. Por isso podemos ter um autocarro a criar um mapa da poluição do ar à medida que segue o seu percurso”, explicou Neil Hoofe, coordenador do projecto Mobile Environmental Sensing System Across Grid Environments.

Os sensores mais pequenos podem ser transportados pelas pessoas e ligados aos seus próprios telemóveis. Os maiores, capazes de monitorizar também a temperatura e os níveis de ruído, poderão ser colocados em postes de iluminação ou sinais de trânsito.

“Vamos conseguir reunir informação muito mais detalhada sobre a poluição e compreender a sua microestrutura”, comentou.

As informações vão alimentar uma base de dados que estará acessível em tempo real, dando “às pessoas informação a nível local”.

“Existe ainda muita coisa que não sabemos sobre a qualidade do ar nas nossas cidades porque a actual geração de sensores estacionários não fornece informação suficiente”, comentou o director do projecto, John Polak, do Centro para o Estudo dos Transportes do Imperial College London. “Previmos um futuro onde milhares de sensores móveis sejam instalados por todo o país”.