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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Yike!




http://www.yikebike.com/

domingo, 23 de novembro de 2008

O carro eléctrico vive!




Na sexta passada passou pela faculdade de ciências um carro movido a electricidade. O carro é norueguês e denomina-se Buddycab. O Buddy pode transportar 3 adultos (bem apertadinhos), tem um velocidade máxima de 80Km/h e uma autonomia de 80Km. O que o torna perfeito para andar na cidade. Ah e é incrivelmente silencioso!
Este projecto já tem 20 anos, e deverá começar a ser construído em Portugal já em 2009.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

mais mobilidade, menos carros

«A Quercus defendeu, esta quinta-feira, que o aumento do IVA nas portagens das pontes sobre o Tejo deve ser pago pelos utilizadores, advogando que o dinheiro poupado pelo Estado devia ser investido em novos comboios, desincentivando assim o uso do automóvel.»
mais sobre esta notícia da tsf aqui

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Ferrovia vs. Rodovia

Enquanto que o governo anuncia a construção de mais Km de auto-estradas no valor de ~2000 milhões de Euros, a CP não tem comboios para responder à procura dos passageiros. Esta deficiência deve-se, principalmente, ao investimento residual feito na ferrovia quando comparado com o feito na rodovia. Obviamente que assim não vamos no bom caminho...

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

"O caso das auto-estradas portuguesas: A evidência do excesso de vias"

Já vem um bocado tarde mas, vale a pena ler este artigo do Diário Económico da semana passada que descobri no "menos um carro". O resumo aqui.

terça-feira, 22 de julho de 2008

o mundo é a nossa casa

vídeo de sensibilização no site da carris:

terça-feira, 15 de julho de 2008

Who killed the electric car?

No próximo domingo dia 20 de Julho às 18h na sala Visconti da Fábrica Braço de Prata será exibido o documentário: "Who killed the Electric Car? ". Podem ver a apresentação aqui.

O filme procura perceber os eventos que envolveram o desenvolvimento e abandono dos carros eléctricos nos EUA entre 1996 e 2006.
Numa altura em o preço atingido pelo petróleo acentua os problemas associados aos carros de combustão, é importante tentar perceber porque falhou umas das alternativas mais promissoras à tecnologia baseada em motores de combustão.
A seguir ao documentário decorrerá um debate em que pretendemos discutir o estado actual do carro eléctrico, e as suas perspectivas para o futuro.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Tesla Roadster


Este é o topo de gama dos carros (só) eléctricos já em comercialização. O Tesla Roadster é baseado num chassis Lotus.
Especificações:

- 350 km de autonomia (bateria de lítio);
- 4 segundos dos 0-100 km/h;
- consumo equivalente a 1,74 L/km;
- velocidade máxima 200 km/h (limitada electronicamente);
- 3h30m para recarga completa;
- peso: 400-450 kg;
- tempo de vida 160 000 km;
- preço: 100 000€.

ups!

Diz Sócrates: «Se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30 por cento do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70 por cento uma componente ambiental. O Governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente”»

Mas…. de acordo com o Código do Imposto sobre veículos,

Artigo 2.º
Incidência objectiva
(…)
2 — Estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos:
a) Veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis;

e no Codigo do Imposto Único de Circulação

« Artigo 5.º
Isenções
1 — Estão isentos de imposto os seguintes veículos: (…)
d) Veículos não motorizados, exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis, veículos especiais de mercadorias sem capacidade de transporte, ambulâncias, veículos funerários e tractores agrícolas;

Roubado aqui.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Carro eléctrico

Com pompa e circunstância foi hoje assinado um protocolo entre o Governo e a Renault-Nissan para a comercialização em Portugal de modelos de veículos eléctricos, que se espera poderem ser lançados em larga escala a partir de 2010. Os pormenores deste "negócio" ainda são desconhecidos e principalmente, as características técnicas dos automóveis. Os primeiros dados são prometedores. As questões mais importantes relativamente as carros eléctricos, e que serão inevitavelmente discutidos nos próximos tempos são:
- o preço do carro eléctrico vs. equivalente com motor de combustão interna;
- é o carro eléctrico "amigo do ambiente" no processo de construção (materiais usados e energia gasta)?;
- a sua autonomia;
- o seu abastecimento (facilidade e tempo de recarga);
- custo por quilometro vs. equivalente com motor de combustão interna;
- tempo de vida;
(...)

É certamente um passo para a diminuição das emissões de CO2 (dependendo de como é produzida a electricidade) mas não será certamente a solução para o congestionamento do trânsito....


(REVA, o carro eléctrico mais vendido do mundo)

segunda-feira, 23 de junho de 2008

The end of Suburbia

“The end of Suburbia:: Oil Depletion and the Collapse of the American Dream”
de Gregory Green, Canada (2004), versão original em Inglês. Dia 2 de Julho às 19h na sala Visconti da Fábrica Braço de Prata.



Depois da II guerra Mundial, os cidadãos dos Estados Unidos Unidos da América investiram a sua riqueza nos subúrbios das cidades com a promessa de espaço, baixo preço, vida familiar e mobilidade. Com a explosão desordenada da população suburbana nos últimos 50 anos, também este estilo de vida se tornou parte da consciência Americana.
Os subúrbios tornaram-se no sonho Americano.
No entanto, com a chegada do século XXI, questões sérias começam a emergir sobre sustentabilidade deste modo de vida. O documentário “The end of suburbia” explora o “way of life” Americano e as suas perspectivas à medida que o planeta Terra se aproxima de uma era crítica em que a procura global por combustíveis fósseis começa a ultrapassar a sua produção. Neste documentário, cientistas e legisladores, defendem que o “peak oil” global e o declínio inevitável dos combustíveis fósseis está a chegar.
As consequências da inacção face a esta crise global são enormes. O que é que o “peak oil” quer dizer para a américa do norte? Á medida que os preços da energia aumentam como irão as populações dos subúrbios reagir ao colapso do seu sonho? Estão os suburbios de hoje destinados a tornarem-se os bairros de lata de amanhã? O que é que pode ser feito agora, individualmente ou colectivamente, para evitar o fim dos subúrbios?

Adaptado de http://www.endofsuburbia.com/

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Transportes no meio urbano

A Plataforma de Discussão e Intervenção Ambiental vai organizar durante as próximas semanas um ciclo de actividades subordinadas ao tema "Transportes no meio urbano". Pretende-se com estas actividades reflectir sobre a problemática do transporte de pessoas na grandes cidades, no fim da era do petróleo barato.

No âmbito deste ciclo a Plataforma vai participar na Massa Crítica que decorrerá no dia 27 de Junho, aproveitando a ocasião para contactar com as pessoas da cidade de Lisboa.
Pelas 17h30m sairá um grupo de Plataformistas da Faculdade de Ciências no Campo Grande, juntando-se ao restante pelotão da Massa Crítica às 18h no Marquês Pombal.
Se alguém quiser ir à Massa Crítica, e precisar de uma bicicleta para o fazer envie o pedido por email com alguma antecedência.

Também no dia 27 de Junho pelas 20h30m (coincidindo com o final da Massa Crítica) decorrerá na esplanada da Fábrica de Braço de Prata, uma tertúlia sobre "Opções de transporte em Lisboa".

Finalmente no dia 2 de Julho às 19h na sala Visconti da Fábrica Braço de Prata, iremos projectar o documentário "The End of Suburbia", um filme que aborda as implicações para a sociedade americana do escasseamento dos combustíveis fósseis.
A seguir ao filme haverá um pequeno debate sobre questões que levantadas pelo filme.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Quercus defende proibição de estacionamento gratuito para não residentes

A Quercus vai propor, esta quarta-feira, a proibição de estacionamento gratuito para não residentes nos centros urbanos da Área Metropolitana de Lisboa, sobretudo entre as 08:00 e as 20:00 dos dias úteis.

Esta recomendação integra um conjunto de dez medidas de promoção do transporte colectivo consideradas fundamentais pela associação ambientalista para melhorar a mobilidade na região.

Ler mais.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Ambiente urbano, saúde e transportes

A minha percepção acerca das nossas percepções sociais é a de que cada vez mais nos sentimos preocupados, alertados e sensibilizados para as questões ambientais, em particular as directamente relacionadas com a saúde humana, seja porque os media dão cada vez mais importância ao assunto ou porque os sentimos de facto.


Li recentemente um relatório de 2004, "Áreas Metropolitanas – Vivências, Mobilidades e Qualidade de Vida" pela investigadora Susana Valente, sob orientação de Luísa Schmidt. Fiquei a saber entre outras coisas que:

- o ruído é o problema ambiental que os inquiridos colocam em primeiro lugar, seguido da poluição automóvel e poluição do ar. A questão era de resposta aberta e o estudo destaca ainda o trânsito como outra categoria apontada;

- a maioria percepciona que estes problemas vão piorar nos próximos 10/15 anos e considera que "a resolução dos problemas ambientais no mundo actual depende principalmentede uma mudança de comportamentos de cada um de nós ".


O crescimento das áreas metropolitanas e o não acompanhamento de uma actualização da necessária rede de transportes públicos, que se apresenta aparentemente insuficiente, tem contribuído para o cenário actual de congestão diária devido ao recurso do transporte individual.

Ouvi uma vez o investigador João Seixas referir que a estimativa de custos associados a utilização excessiva do transporte individual é 14,3% do PIB nacional.


Tendo em conta que, em ambiente urbano os transportes são a principal causa de poluição do ar e ruído e considerando as suas reconhecidas implicações na saúde, parece-me que se deveria pensar a mobilidade como um bem público cuja avaliação de qualidade, na satisfação, passe pela inclusão efectiva das externalidades associadas, nomeadamente os custos com a saúde.


sítios na web

WHO – World Health Organization

Ar : http://www.euro.who.int/healthtopics/HT2ndLvlPage?HTCode=air

Ruído: http://www.euro.who.int/healthtopics/HT2ndLvlPage?HTCode=noise

Tem-se assistido ao desenvolvimento de estratégias no sentido de mitigar este efeito...por exemplo relativamente à poluição do ar a Estratégia temática sobre a poluição atmosférica: http://europa.eu/scadplus/leg/pt/lvb/l28159.htm

quarta-feira, 26 de março de 2008

Laura Domela - Fietsen Amsterdam Project


These photographs were taken in Amsterdam, the Netherlands between 21 September and 25 September, 2005. I spent approximately an hour each day photographing bicycle commuters from an apartment on Marnixstraat, and over the span of four and a half days I photographed more than 1600 bicycles.
Laura Domela

Fietsen Amsterdam Project

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Carro movido a ar (não é piada)

Movimento é energia....


Crowd Farm é um projecto desenvolvido por James Graham and Thaddeus Jusczyk, dois estudantes da School of Architecture and Planning (MIT).
O objectivo é gerar corrente electrica a partir da energia mecanica resultante do andar, saltar.....


mais informação aqui e aqui

Dançar também....

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

O Segway está de volta...

03.01.2008, Isabel Coutinho De repente parece que estão por todo o lado. São usados pelos seguranças nos centros comerciais, pelos polícias na Baixa lisboeta e nas ruas de Matosinhos. Há quem os use para se deslocar de casa para o trabalho em Lisboa, Setúbal, Sines e no Porto, há empresas de tours e há três dias, na noite de fim do ano, os Gato Fedorento apareceram no programa de televisão Diz que é uma Espécie de Réveillon, gravado ao vivo no Pavilhão Atlântico, em cima deles.
Estamos a falar de um novo meio de transporte que é o Segway: duas rodas paralelas com um sistema de auto-equilíbrio. Anda para a frente e para trás à medida que inclinamos o nosso corpo e vira-se para um lado e para o outro com um toque no guiador. Não poluente, movido a electricidade, inventado para andar em zonas pedonais. Tem um inconveniente, o preço - quase sete mil euros. (...)