quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
1ª desconferência em Lisboa sobre mobilidade em bicicleta
Domingo 21 Dez - 17 h - Crew Hassan
O objectivo deste evento é: reunir num só lugar e em tempo real vários interessados na promoção e defesa da mobilidade em bicicleta, para que possam partilhar conhecimentos, experiências e pontos de vista, com o objectivo de chegar a consensos e/ou opiniões mais sólidas sobre diferentes questões relativas aos utilizadores de bicicleta, servindo de base para esforços de lobbying, comunicação e cidadania activa.
Este formato (desconferência) é uma experiência nova, o espaço disponível pode ser um problema, não fazemos ideia quantas pessoas aparecerão. Claro que gostaríamos muito que colaborassem / se inscrevessem no wiki mas não é preciso que o façam para aparecer. As inscrições nos grupos de discussão permanecerão sempre abertas (até é possível alguém mudar de grupo a meio da discussão).
A ausência de uma estrutura rígida em termos de programa ou organização, das hierarquias tradicionais e do formato mais comum de comunicações em que um orador apresenta um tema e há uma audiência que se limita a pouco mais do que receber o input, pode ser algo desconcertante. :-) Mas ao mesmo tempo uma lufada de ar fresco, uma oportunidade. Não há nada a perder mas muito a ganhar, e no processo podemos divertir-nos um pouco e experimentar novos processos sociais. ;-)
Como participar na desconferência?
Tem alguma questão, relacionada com o objectivo deste evento, que gostaria de apresentar a, ou debater com, outros utilizadores de bicicleta? Veja mais abaixo se já há um tema proposto que englobe essa questão. Se houver, registe o seu nome na lista de "aderentes". Se ninguém tiver ainda proposto esse tema, acrescente-o à lista no papel de proponente.
Quem não tiver um tema a propor, pode juntar-se ao grupo do tema que mais lhe interessa discutir, como aderente. Nesse caso, registe o seu nome na lista de "aderentes" do Tema respectivo no wiki ou no próprio dia.
Qualquer participante pode depois mencionar os pontos que gostaria de ver abordados na discussão do tema em que se registou.
Se não houver aderentes a um determinado Tema proposto, o proponente do mesmo deverá juntar-se como aderente a outro grupo cujo Tema lhe interesse.
Como funciona a desconferência?
Discrição sumária: A desconferência inicia-se com todos ao mesmo nível em roda na sala grande. Um facilitador explica o procedimento:
a) Qualquer pessoa pode propor um tema escrevendo num papel de cenário na parede (ou/e usando o wiki, em preparação e antecipação do dia do evento)
b) Quem não propuser um Tema (a maioria) pode escolher um ao qual se juntar. Quem propuser um Tema que não tenha adesão terá que se juntar a outro.
c) Os grupos separam-se por temas durante um determinado tempo (uma hora? 1/2 hora? 40 min?)
d) Os grupos depois de discutirem em separado voltam à sala grande resumir o que discutiram e as conclusões que chegaram com todos.
e) voltar a a)
Informações práticas
Local: Crew Hassan (Rua das Portas de Santo Antão, 159 - 1º andar, Lisboa).
Dia: 21 de Dezembro de 2008, Domingo
Hora: Início às 17h. Termina quando a discussão acabar ou quando os participantes dispersarem.
Nota: Imediatamente antes, entre as 14h30 e as 16h30 decorrerá na cave / R/C da Crew Hassan a 2ªCicloficina de 2008!
Jantar: O bar/cozinha da Crew Hassan estará aberto e em funcionamento.
Temas de conversa e discussão já propostos:
Consulte o wiki:
TEMA 1 - Psicanálise ao Código da Estrada
TEMA 2 - A bicicleta e os incentivos fiscais no OE2009
TEMA 3 - Propostas pró-bicicleta no OP de Lisboa
TEMA 4 - Nova associação : ciclistas, modos suaves,...?
Os interessados em participar só têm que "estudar" um tema, propô-lo, e/ou juntarem-se ao grupo de um tema já proposto.
No wiki podemos ir listando tópicos que gostaríamos de abordar dentro de cada tema, fazer comentários, sugestões, alinhavar a composição dos grupos/temas (pode-se mudar de ideias! :-) ), etc. Preparar a discussão no dia do evento, no fundo.
Participem! :-)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
personagens fazem divulgação sobre as urgentes alterações de comportamento
para ver com muita atenção aqui: http://www.coalfinger.com/
mas há muitos mais vídeos e, sobretudo, IDEIAS online para consumir e partilhar. deixo aqui algumas das minhas preferidas:
insulação com forma de corpo humano (novo!)
duches curtos!
energia alternativa
pensar antes de ir ao supermercado
e claro todas as animações do animal planet: curtas, incisivas e com a voz da dawn french!
parabéns a todos os artistas por detrás de todos estes vídeos e imagens!
domingo, 23 de novembro de 2008
O carro eléctrico vive!

Na sexta passada passou pela faculdade de ciências um carro movido a electricidade. O carro é norueguês e denomina-se Buddycab. O Buddy pode transportar 3 adultos (bem apertadinhos), tem um velocidade máxima de 80Km/h e uma autonomia de 80Km. O que o torna perfeito para andar na cidade. Ah e é incrivelmente silencioso!
Este projecto já tem 20 anos, e deverá começar a ser construído em Portugal já em 2009.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Hoje: Seminário Cidades – que caminhos para a sustentabilidade
Esta iniciativa vai decorrer no Auditório da Casa Ambiente e Cidadão
(Rua de São Domingos à Lapa n.º 26, Santos-o-Velho, Lisboa)
Podem ver o programa aqui.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Questionário enegético
sábado, 8 de novembro de 2008
Votem em mim!
- Espaço Público e espaço verde.
- Reabilitação urbana.
- Infraestruturas viárias e trânsito e estacionamento.
Na área dos espaços verdes eu propus a requalificação do parque da Belavista. Várias pessoas fizeram propostas semelhantes, por isso há boas hipóteses de esta ideia vingar.
A minha proposta para a área do trânsito é a eliminação de duas faixas de rodagem na Rua Marquês Sá da Bandeira entre a Av. Berna e Duque d' Ávila, alargando os passeios. Esta intervenção tinha duas vantagens uma era aumentar o espaço de circulação de peões que é extremamente reduzido junto ao jardim Gulbenkian. E a segunda era a moderação da velocidade do trânsito na via, que é frequentemente demasiado elevada. Não creio que se justifique a existência de duas faixas de trânsito nesta via, e a sua existência estimula a circulação em excesso de velocidade. Esta proposta tem o nome obscuro de "Realinhamento da Rua Marquês Sá da Bandeira" e acho que dificilmente será escolhida, por isso faço aqui um apelo ao voto.
Votar nas propostas existentes é muito simples, basta irem a este endereço, registarem-se, escolherem três propostas e ordena-las consoante a sua importância.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
consumidores de nuclear preferem renováveis
comentário directo do site Grist
Illinois -- home state of our new president-elect -- is the most nuclear-reliant state in the nation, with 11 operating reactors. The Illinois communities of Oak Park, Berwyn, and Riverside are particularly reliant on nuclear power: it's 75 percent of their juice, purchased from Commonwealth Edison, a local subsidiary of Exelon, the nation's largest nuclear utility.
So it is of some interest that each of those communities voted on a straightforward referendum on Tuesday. It went like this: "Shall our elected officials in Illinois take steps to phase out nuclear power in the state, replacing it with renewable sources such as wind and solar?"
The results? 68.0 percent Yes, 32.1 percent No.
(You can find the breakdown here.)
So do nuclear's biggest customers prefer renewables? Kinda looks that way.
More on this from Harvey Wasserman.
mais mobilidade, menos carros
mais sobre esta notícia da tsf aqui
sábado, 1 de novembro de 2008
O contentores de Lisboa a favor ou contra?
Este questão suscita um debate muito interessante sobre o que é uma cidade, e como devem ser ocupados os seus espaços. Deve uma cidade ser apenas para as pessoas e para o lazer? Ou também deverão haver grandes espaços de serviços e até industriais.
Esta situação tem também importantes implicações ambientais. Todas as mercadorias transportadas por água não o serão por terra, representando um ganho ambiental assinalável, sobretudo se (como é o caso de Lisboa) terra representar estrada.
Porque considero que numa cidade não devem existir só espaços de lazer, porque com o aumento do preço dos combustíveis e com a necessidade de limitar as emissões de CO2, os portos marítimos e fluviais terão uma importância cada vez maior no transporte de mercadorias, sou inequivocamente a favor do alargamento do porto de Lisboa.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Mudança de atitude
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
A salvação dos comuns?
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Orçamento Participativo
Participem, aqui!
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Palestra com James Howard Kunstler

"A Longa Emergência: O Futuro da Energia e do Urbanismo"
Palestra com James Howard Kunstler
Quinta- Feira, 16 de Outubro
Fundação Calouste Gulbenkian
9h30 - 12h30
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"O pico do petróleo: a civilização no século XXI"
Palestra com James Howard Kunstler,
autor de "O fim do petróleo", promovida pela ASPO-Portugal
Quinta-feira, 16 de Outubro
16h30, Complexo Interdisciplinar, IST
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Alterações climáticas. riscos e respostas

Alterações climáticas. riscos e respostas
CICLO DE CONFERÊNCIAS: ENFRENTANDO A CRISE GLOBAL DO AMBIENTE
16/10/2008
18h00
Salas 1 e 2
Entrada Livre
Professor Hans Joachim Schellnhuber, Director do Instituto para a pesquisa do impacto climático de Potsdam - PIK
http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=812quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Biocombustíveis
"A team of researchers from Dartmouth's Thayer School of Engineering and Mascoma Corporation in Lebanon, N.H., have made a discovery that is important for producing large quantities of cellulosic ethanol, a leading candidate for a sustainable and secure alternative to petroleum-derived transportation fuel. For the first time, the group has genetically engineered a thermophilic bacterium, meaning it's able to grow at high temperatures, and this new microorganism makes ethanol as the only product of its fermentation. (...)"
...e combustível para aviação produzido a partir de algas com resultados positivos:
"Jet fuel from algae passes first test (...)"
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Captura de Carbono
"World's first carbon capture pilot fires up clean-coal advocates
German project will burn coal in an atmosphere of pure oxygen – producing CO2 waste which can be buried – creating enough electricity to power 1,000 homes
The world's first complete demonstration of carbon capture and storage (CCS) technology will begin next week at a coal-fired power station in Germany.
Built alongside the 1,600MW Schwarze Pumpe power plant in north Germany, the demonstration experiment will capture up to 100,000 tonnes of CO2 a year, compress it and bury it 3,000m below the surface of the depleted Altmark gas field, about 200km from the site.(...)"
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
terça-feira, 19 de agosto de 2008
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Ferrovia vs. Rodovia
Restos de comida vão ser recolhidos nas famílias
dn, 11 de Agosto de 2008
Reciclagem. O lixo orgânico produzido na casa dos portugueses vai ser recolhido e reciclado. Depois de tratado servirá para produzir fertilizantes agrícolas e florestais. Governo está a estudar as utilizações que este composto pode ter e a sua viabilidade. Depois, analisará a melhor forma de recolha doméstica
Após o tratamento, o lixo dará composto para a floresta e a agricultura
Os restos de comida produzidos em casa e deitados no contentor normal vão ser recolhidos e reciclados. O Governo está a estudar a melhor forma de recolhê-los junto das famílias, tratá-los e aproveitá-los. Depois do tratamento, estes lixos orgânicos são transformados em composto que pode ser usado como fertilizante agrícola ou florestal e em revestimentos de estradas.
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está a analisar as utilizações que podem ser dadas aos restos orgânicos, avaliando a rentabilidade e a viabilidade da sua recolha. "A grande dificuldade é escoar o composto no mercado, que tem de ter qualidade e não pode ser aplicado de qualquer forma nos solos", explica Gonçalves Henriques, director da APA. Por isso, é por aí que o processo tem de começar, mesmo antes de se ponderar o melhor sistema de recolha doméstica. "É preciso também analisar a quantidade produzida e a fracção valorizável." Os restos de comida são cerca de 30% do lixo. (...)
Gravatas, eficiência energética e o Plano de Eficiência Energética
João Pedro Henriques e Susete Francisco
dn, Segunda, 11 de Agosto de 2008
Nações Unidas apelaram ao uso de traje informal
A gravata encontra-se novamente debaixo de forte ataque no mundo ocidental. Primeiro foram estudos indicando que os nós muito apertados poderiam aumentar os riscos de glaucoma, uma das principais causas da cegueira irreversível. Agora surgiu uma nova frente: a ambiental/económica.
O "general" que lidera o ataque antigravata chama-se Ban Ki-moon e é coreano. Ocupa o importante posto de secretário-geral das Nações Unidas. No início deste mês lançou a Cool UN ("ONU fresca"). Que, no essencial, consiste no seguinte: uma directiva às pessoas que frequentam a sede da instituição em Nova Iorque neste mês para que adoptem trajes informais. Objectivo: desacelerar o funcionamento do ar condicionado, aumentando a temperatura dos edifícios em 2 graus. Dizem as Nações Unidas que essa pequena medida, tirar a gravata (e o inevitável casaco) irá fazer poupar cem mil dólares num mês; e a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono, o gás que provoca o famoso buraco no ozono.
Por cá, o Governo também tem um Plano de Eficiência Energética. Mas não incluiu, pelo menos por enquanto, tirar gravatas. (...)
O DN questionou todos os ministérios sobre práticas de eficiência energética nos edifícios do Estado - no final de duas semanas responderam seis. Respostas que deixam uma certeza: o tipo de práticas adoptada, da temperatura nos edifícios ao tipo de lâmpadas utilizada fica mais ao critério do bom senso do que a qualquer guia de boas práticas - que não existe em concreto para os serviços estatais.
No início deste ano, o Ministério da Economia lançou o plano Portugal Eficiência 2015, que inclui um programa dedicado em específico ao Estado. Uma das medidas passa pela certificação energética dos edifícios - que até agora abrangeu dois, a Economia e o Ambiente. A sede do ministério de Manuel Pinho, na rua da Horta Seca, em Lisboa, ficou na classe C (a classificação vai e A a G).
No que se refere às lâmpadas, a maioria dos ministérios (Economia, Ambiente, Obras Públicas, Defesa, Saúde e Administração interna) refere já usar as florescentes, mais amigas do ambiente. Mas o processo de substituição não está terminado - ainda há lâmpadas incandescentes a iluminar as sedes ministeriais.
Uma prática que parece estar consolidada é a da reciclagem do papel: todos dizem praticá-la. As Obras Públicas reciclam, mensalmente, cerca de 500 kg de papel. A Defesa aponta dados do Estado-Maior-General das Forças Armadas: "cerca de 750 kg de papel triturados por mês".
Mas a "medalha" de eficiência energética nos edifícios do Estado vai para a Presidência. Cavaco Silva quis dar o exemplo, chamou um grupo de auditores e eis a conclusão - até agora o Palácio de Belém emitia anualmente 771 toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera. Factura anual de energia: 157 mil euros. Este ano, já com novas medidas de eficiência energética, a emissão de CO2 deverá cair para as 553 toneladas.
Absorção de CO2 é maior nas florestas virgens ...
Os cientistas daquela Universidade estudaram as florestas australianas e concluíram que a quantidade média de carbono armazenada nas florestas naturais de eucalipto é de cerca de 640 toneladas por hectare. Segundo o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, sigla em inglês), a quantidade média de carbono armazenado nas florestas temperadas é de apenas 217 toneladas de carbono por hectare.
Além disso, as florestas naturais armazenam CO2 durante mais tempo. As florestas industrializadas têm uma diversidade genética reduzida e, por isso, são menos resistentes às pragas, doenças e alterações climáticas.
(...)
Como exemplo, o estudo concluiu que os 14,5 milhões de hectares de florestas naturais de eucalipto no Sudeste da Austrália podem armazenar cerca de 9,3 mil milhões de toneladas de carbono. Actualmente o carbono armazenado nessas florestas é o equivalente a retirar da atmosfera 460 milhões de toneladas de CO2, por ano, durante o próximo século.
Só no ano passado as negociações internacionais das Nações Unidas sobre alterações climáticas reconheceram o papel das florestas enquanto sumidouros de carbono. Hoje faz parte do “Plano de Acção de Bali” a ser debatido para preparar a cimeira de Copenhaga, em 2009. No entanto, as negociações não fazem distinção entre florestas virgens e florestas transformadas pelo homem.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
alterações climáticas
variações climáticas nos últimos 150 anos
Sir David Attenborough: The Truth About Climate Change
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
"O caso das auto-estradas portuguesas: A evidência do excesso de vias"
Plano de Melhoria da Qualidade do Ar na Região de Lisboa e Vale do Tejo
mais aqui
mas principalmente aqui
As portagens diferenciadas deverão ser aplicadas em dias úteis e em certas horas, num espaço de seis meses, segundo informou a Comissão de Coordenação da Região de Lisboa e Vale do Tejo, que ainda não definiu um plano objectivo.
«A qualidade do ar ambiente na Região de Lisboa e Vale do Tejo, em particular nas aglomerações da região, apresenta concentrações genericamente elevadas de partículas e, pontualmente no interior da cidade de Lisboa, de NO2. Estas concentrações são essencialmente resultado de elevadas emissões inerentes à circulação do tráfego automóvel no seio da Área Metropolitana de Lisboa, resultando igualmente de condições meteorológicas muito particulares, as quais entre outros efeitos induzem o transporte de poeiras de desertos norte-africanos com alguma frequência», lê-se no documento.
Sendo assim, fica prevista a aplicação de medidas concretas:
«Aumento do número de corredores BUS na cidade de Lisboa e nos seus principais acessos rodoviários;
introdução de portagens diferenciadas no acesso a Lisboa, em função do número de ocupantes do Transporte Individual;
implementação de Vias de Alta Ocupação em rodovias estruturantes no seio da AML;
introdução de incentivos ao retrofit de frotas cativas (sejam de transporte colectivo rodoviário sejam de táxis) ou renovação destas frotas incorporando veículos com melhor desempenho ambiental, em particular a GPL e ou Gás Natural, sendo esta última melhor opção em termos de redução de emissões mas mais onerosa;
aumento da eficácia de fiscalização do estacionamento no interior da cidade de Lisboa».
A avaliação do processo será feita anualmente, sendo que subsiste um aviso: «A melhoria da qualidade do ar e, de forma mais lata, da qualidade de vida na AML dependerá também do sucesso na aplicação deste instrumento de âmbito regional».
in http://www.destak.pt/artigos.php?art=13484
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
o aquecimento global é perigoso

para os gatos!
atenção: os conteúdos deste vídeo podem ser considerados demasiado sádicos para pessoas que não sejam sensíveis às alterações climáticas em curso no nosso planeta e que nos afectam JÁ a todos
Quercus contesta legalidade da urbanização Nova Setúbal
ler mais.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Em Discussão: Who Killed the Electric Car
«Who Killed the Electric Car» na Fábrica do Braço de Prata.
Esta amena tertúlia contou com a participação de muitas caras novas e também algumas já mais conhecidas como o Mário Alves [mobilidade], que trouxe o Carlos Laia [eficiência energética] que abrilhantaram a conversa com a sua presença.
Mário Alves; Carlos Laia; site do Filme; Braço de Prata.
Obrigada pela presença de tod@s!
sexta-feira, 18 de julho de 2008
é urgente banir o plástico!
These larger items are the visible signs of a much larger problem. These big items do not degrade like natural materials. At sea and on shore under the influence of sunlight, wave action and mechanical abrasion they simply break down slowly into ever smaller particles.
A single one litre drinks bottle could break down into enough small fragments to put one on every mile of beach in the entire world. These smaller particles are joined by the small pellets of plastic which are the form in which many new plastics are marketed and which can be lost at sea by the drumload or even a whole container load. These modern day “marine tumbleweeds” have been thrown into sharp focus, not only by the huge quantities removed from beaches by dedicated volunteers, but by the fact that they have been found to accumulate in sea areas where winds and currents are weak.
The “Eastern Garbage Patch”
The North Pacific sub-tropical gyre covers a large area of the Pacific in which the water circulates clockwise in a slow spiral. Winds are light. The currents tend to force any floating material into the low energy central area of the gyre. There are few islands on which the floating material can beach. So it stays there in the gyre, in astounding quantities estimated at six kilos of plastic for every kilo of naturally occurring plankton. The equivalent of an area the size of Texas swirling slowly around like a clock. This gyre has also been dubbed “the Asian Trash Trail” the “Trash Vortex” or the “Eastern Garbage Patch”.
This perhaps wouldn’t be too much of a problem if the plastic had no ill effects. The larger items, however, are consumed by seabirds and other animals which mistake them for prey. Many seabirds and their chicks have been found dead, their stomachs filled with medium sized plastic items such as bottle tops, lighters and balloons. A turtle found dead in Hawaii had over a thousand pieces of plastic in its stomach and intestines. It has been estimated that over a million sea-birds and one hundred thousand marine mammals and sea turtles are killed each year by ingestion of plastics or entanglement.
Animals can become entangled in discarded netting and line. Even tiny jelly-fish like creatures become entangled in lengths of plastic filament, or eat the small plastic particles floating in the water.
Chemical sponge
There is a sinister twist to all this as well. The plastics can act as a sort of “chemical sponge”. They can concentrate many of the most damaging of the pollutants found in the worlds oceans: the persistent organic pollutants (POPs). So any animal eating these pieces of plastic debris will also be taking in highly toxic pollutants.
The North Pacific gyre is one of five major ocean gyres and it is possible that this Trash Vortex problem is one which is present in other oceans as well. The Sargasso Sea is a well known slow circulation area in the Atlantic, and research there has also demonstrated high concentrations of plastic particles present in the water.
Ocean hitchhikers
The floating plastics can also affect marine ecosystems in a surprising way, by providing a ready surface for organisms to live on. These plants and animals can then be transported on the plastic far outside their normal habitat. These ocean hitch-hikers can then invade new habitats to become possible nuisance species.
Of course, not all plastic floats. In fact around 70 percent of discarded plastic sinks to the bottom. In the North Sea, Dutch scientists have counted around 110 pieces of litter for every square kilometre of the seabed, a staggering 600,000 tonnes in the North Sea alone. These plastics can smother the sea bottom and kill the marine life which is found there.
The issue of plastic debris is one that needs to be urgently addressed. At the personal level we can all contribute by avoiding plastics in the things we buy and by disposing of our waste responsibly. Obviously though, there is a need to make ship owners and operators, offshore platforms and fishing boat operators more aware of the consequences of irresponsible disposal of plastic items.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Who killed the electric car?
O filme procura perceber os eventos que envolveram o desenvolvimento e abandono dos carros eléctricos nos EUA entre 1996 e 2006.
Numa altura em o preço atingido pelo petróleo acentua os problemas associados aos carros de combustão, é importante tentar perceber porque falhou umas das alternativas mais promissoras à tecnologia baseada em motores de combustão.
A seguir ao documentário decorrerá um debate em que pretendemos discutir o estado actual do carro eléctrico, e as suas perspectivas para o futuro.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
350.org

"350 é a linha vermelha para ser humanos, e o número mais importante no planeta. A ciência mais recente nos diz que a não ser que possamos reduzir a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera para 350 partes por milhão, causaremos danos grandes e irreversíveis ao Terra."
http://350.org/pt
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Tesla Roadster
Este é o topo de gama dos carros (só) eléctricos já em comercialização. O Tesla Roadster é baseado num chassis Lotus.
Especificações:
- 350 km de autonomia (bateria de lítio);
- 4 segundos dos 0-100 km/h;
- consumo equivalente a 1,74 L/km;
- velocidade máxima 200 km/h (limitada electronicamente);
- 3h30m para recarga completa;
- peso: 400-450 kg;
- tempo de vida 160 000 km;
- preço: 100 000€.
ups!
Mas…. de acordo com o Código do Imposto sobre veículos,
Artigo 2.º
Incidência objectiva
(…)
2 — Estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos:
a) Veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis;
e no Codigo do Imposto Único de Circulação
« Artigo 5.º
Isenções
1 — Estão isentos de imposto os seguintes veículos: (…)
d) Veículos não motorizados, exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis, veículos especiais de mercadorias sem capacidade de transporte, ambulâncias, veículos funerários e tractores agrícolas;
Roubado aqui.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Carro eléctrico
- o preço do carro eléctrico vs. equivalente com motor de combustão interna;
- é o carro eléctrico "amigo do ambiente" no processo de construção (materiais usados e energia gasta)?;
- a sua autonomia;
- o seu abastecimento (facilidade e tempo de recarga);
- custo por quilometro vs. equivalente com motor de combustão interna;
- tempo de vida;
(...)
É certamente um passo para a diminuição das emissões de CO2 (dependendo de como é produzida a electricidade) mas não será certamente a solução para o congestionamento do trânsito....
terça-feira, 8 de julho de 2008
G8 quer mais petróleo e promete redução de emissões em 2050
Entretanto isso parece que não é possível.
Como não me parece credível que os líderes dos oito países mais ricos do mundo não tenham quem lhes diga que o que pedem não faz sentido, só posso concluir que este pedido é só uma forma de iludir a opinião pública.
Os líderes mundiais não têm coragem de apelar a uma redução do consumo de combustíveis, porque isso põe em causa o sacrossanto crescimento económico.
Não têm capacidade de delinear uma estratégia que torne o mundo menos dependente dos combustíveis fósseis, e simultâneamente reduzir as emissões de CO2 mundiais.
Por isso fazem este pedido impossível de satisfazer. Não deixa de ser caricato que perante uma crise mundial, os oito países mais desenvolvidos em lugar de apontarem um caminho para sair desta situação, façam um apelo aos países produtores de petróleo para que resolvam a situação.
Para além deste pedido, o G8 fez também a promessa de reduzir as emissões de CO2 em 50% daqui a 40 anos, o que é uma forma elegante de dizer que por enquanto não tencionam fazer absolutamente nada.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Balanço do ciclo da mobilidade
As iniciativas tiveram níveis de participação muito interessantes (15-20 pessoas), e as discussões que tiveram lugar foram bastante interessantes, pelo que o balanço deste pequeno ciclo é bastante positivo.
Durante a Tertúlia sobre transportes na cidade de Lisboa, surgiram as seguintes propostas:
- Solicitar à Carris suportes para bicicletas no exterior dos eléctricos e elevadores.
- Sugerir a criação de um troleybus junto à IC19.
- Pedir uma faixa na ponte nova para bicicleta, ou em alternativa solicitar uma na ponte 25 de Abril.
- Solicitar a criação de portagens para entrar na cidade.
- Reclamar parques de estacionamento para bicicletas em zona vigiadas, em espaços como estações de comboio e interfaces de transportes.
- Solicitar medidas de facilitação da vida do ciclista, tais como elevadores, rampas (Nota: Para realçar a importância destas medidas em conjunto com as bicicletas devem ser mencionados os utentes de mobilidade reduzida).
- Criação de massas críticas/bicicletadas temáticas.
- Coordenação das diferentes iniciativas para que se faça pressão em conjunto, para maximizar o êxito das mesmas.
- Reclamar a estrada do Porto (estrada junto ao rio de Braço de Prata a S. Apolónia) para os ciclistas. Reclamar também a via ciclável Algés-Expo.
- Lançar desafios aos ciclistas.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Notícias do dia...
Tráfego nos acessos a Lisboa em forte queda
EDP e Galp massificam carros eléctricos
Pedalar nas sete colinas de Lisboa - A capital terá 2500 bicicletas em Junho de 2009
Estamos no bom caminho ou é só fogo de vista?
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Greenpeace faz acção em Supermercado de Lisboa
terça-feira, 24 de junho de 2008
Trangénicos: Sim ou Não? (tb dia 27!)-(Debate integrado no lançamento do Atlas do Ambiente)
27 de Junho | Sexta-Feira | 18h
Os Bacalhoeiros (R. dos Bacalhoeiros, 125, Lisboa - junto à Casa dos Bicos)
Iniciativa integrada no lançamento do Atlas do Ambiente do Le Monde diplomatique.
Entrada livre.
Organização: Le Monde diplomatique - edição portuguesa
Apoios: Fundação para a Ciência e a Tecnologia | Programa Gulbenkian Ambiente da Fundação Calouste Gulbenkian | Agência Portuguesa do Ambiente | Instituto Franco-Português.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
The end of Suburbia
de Gregory Green, Canada (2004), versão original em Inglês. Dia 2 de Julho às 19h na sala Visconti da Fábrica Braço de Prata.
Depois da II guerra Mundial, os cidadãos dos Estados Unidos Unidos da América investiram a sua riqueza nos subúrbios das cidades com a promessa de espaço, baixo preço, vida familiar e mobilidade. Com a explosão desordenada da população suburbana nos últimos 50 anos, também este estilo de vida se tornou parte da consciência Americana.
Os subúrbios tornaram-se no sonho Americano.
No entanto, com a chegada do século XXI, questões sérias começam a emergir sobre sustentabilidade deste modo de vida. O documentário “The end of suburbia” explora o “way of life” Americano e as suas perspectivas à medida que o planeta Terra se aproxima de uma era crítica em que a procura global por combustíveis fósseis começa a ultrapassar a sua produção. Neste documentário, cientistas e legisladores, defendem que o “peak oil” global e o declínio inevitável dos combustíveis fósseis está a chegar.
As consequências da inacção face a esta crise global são enormes. O que é que o “peak oil” quer dizer para a américa do norte? Á medida que os preços da energia aumentam como irão as populações dos subúrbios reagir ao colapso do seu sonho? Estão os suburbios de hoje destinados a tornarem-se os bairros de lata de amanhã? O que é que pode ser feito agora, individualmente ou colectivamente, para evitar o fim dos subúrbios?
Adaptado de http://www.endofsuburbia.com/
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Transportes no meio urbano
No âmbito deste ciclo a Plataforma vai participar na Massa Crítica que decorrerá no dia 27 de Junho, aproveitando a ocasião para contactar com as pessoas da cidade de Lisboa.
Pelas 17h30m sairá um grupo de Plataformistas da Faculdade de Ciências no Campo Grande, juntando-se ao restante pelotão da Massa Crítica às 18h no Marquês Pombal.
Se alguém quiser ir à Massa Crítica, e precisar de uma bicicleta para o fazer envie o pedido por email com alguma antecedência.
Também no dia 27 de Junho pelas 20h30m (coincidindo com o final da Massa Crítica) decorrerá na esplanada da Fábrica de Braço de Prata, uma tertúlia sobre "Opções de transporte em Lisboa".
Finalmente no dia 2 de Julho às 19h na sala Visconti da Fábrica Braço de Prata, iremos projectar o documentário "The End of Suburbia", um filme que aborda as implicações para a sociedade americana do escasseamento dos combustíveis fósseis.
A seguir ao filme haverá um pequeno debate sobre questões que levantadas pelo filme.
HOJE: Atlas do Ambiente do Le Monde diplomatique
uma mesa-redonda a propósito da publicação do Atlas do Ambiente do Le Monde diplomatique, iniciativa para a qual lhe dirigimos este convite.
A mesa-redonda contará com os seguintes intervenientes:
● Viriato Soromenho-Marques (Universidade de Lisboa) - «Política de ambiente em Portugal»
● Luísa Schmidt (ICS) - «Cidadania ambiental, entre os "interesses" e a Governança»
● João Pato (ICS) - «Políticas públicas da água em Portugal»
● Sandra Monteiro (Le Monde diplomatique - edição portuguesa) - «Cartografar análises e soluções»
Entrada livre.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Dia Mundial do Ambiente
alguns sítios onde passar hoje...
http://www.standuptoclimatechange.org/
http://www.unep.org/wed/2008/english/
http://www.un.org/depts/dhl/environment/
http://www.un.org/issues/m-envir.html
http://www.unep.org/wed/2006/english/
http://www.cleanuptheworld.org/en/Activities/world-environment-day.html
quarta-feira, 4 de junho de 2008
biodiversidade em perigo
Red-eyed leaf frog from Belize. The world's biodiversity has declined by more than a quarter from 1970-2005 the Living Planet Index report states.
More than a quarter of the world's wildlife has been lost in the last 35 years according to a WWF (Worldwide Fund for Nature) report, compiled by the ZSL (Zoological Society London) and launched today.
The Living Planet Index monitors more than 1,400 species. From 1970 to 2005 the report shows an overall fall in population trends of 27%.
The declines are due to human activity such as habitat destruction, pollution, overexploitation such as fishing, the spread of invasive species and climate change.
Many more species
Today's report highlighted 1,477 of the world's species, but there are an estimated 1.8 million species on Earth, and some scientists say even this is only 20% of the total as most are undiscovered.
Of the marine species covered in the report, 320 were monitored. However the oceans are home to around 230,000 known species of organisms and the majority are tiny creatures called invertebrates, like crabs, squid, starfish and sea squirts.
Experts say that to get a truer picture of the world's biodiversity, we need to monitor a larger number of species and we still need to describe and name what is likely to be thousands more undiscovered ones.
230,000 marine species
Natural History Museum zoology expert, Geoff Boxshall, says that of the 230,000 known marine species, there are more than 52,000 species of molluscs (snails, clams, squid and relatives), 45,000 species of crustaceans (crabs, shrimps and their relatives), 12,000 species of worms, and even 5,000 species of sea squirts, and none of these are covered by today's report.
'In addition there are huge numbers of species still to be described,' Boxshall explains. 'This vast diversity of invertebrates is largely unmonitored and we have no real indication what is happening to them. The trends may well be towards biodiversity loss in the oceans but we simply don't know.'
Protection before it's too late
The natural world faces unprecedented challenges and species are disappearing at an alarming rate.
Concerning marine biodiversity, Boxshall concludes, 'We need more and better data on invertebrates that dominate marine ecosystems, before we can assess the true state of the oceans. But we should adopt a precautionary approach and designate sufficient marine protected areas before it is too late.'
WWF recommendations
The WWF calls on governments to develop more biodiversity protection plans and urgently implement the Convention on Biodiversity Programme of Work on Protected Areas.
Further Information
- Find out about Museum research that helps identify the most important habitats for conservation in the New rating system for habitats article
- Discover more the Museum's work on Biodiversity
External Links
amanhã na Gulbenkian, 21h30

A Grande Aventura
Antestreia do documentário realizado por Francisco Manso
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Ambiente, o documentário “A Grande Aventura”, realizado por Francisco Manso, será exibido em antestreia no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian, no dia 5 de Junho, às 21h30. O filme, com uma duração de 50 minutos, trata da pesca do bacalhau, a partir do guião elaborado por Álvaro Garrido, historiador e Director do Museu Marítimo de Ílhavo. No documentário colaboraram diversas personalidades, entre as quais o Professor Mário Ruivo, biólogo e especialista de questões do mar e das pescas, eleito recentemente para presidir à Direcção do Fórum Permanente para os Assuntos do Mar. A estreia de “A Grande Aventura” está marcada para dia 10 deste mês, na RTP2, pelas 23h.
mudança de planos

o dia 8 de junho, afinal, não é só dos oceanos!
é o aniversário do Francisco que vai estar nas actividades do Oceanário nessa tarde!
quem quiser visitar o Oceanário e cantar os parabéns ao Francisco bora lá!!!
podemos fazer uma tertúlia improvisada nos jardins do parque das nações!
tema para discussão «a sobrevivência dos oceanos é a sobrevivência do planeta»
que vos parece?
http://www.theoceanproject.org/action/involve.php
terça-feira, 3 de junho de 2008
8 de Junho Dia dos Oceanos

depois da expo'98 não podemos esquecer a riqueza dos oceanos que fazem deste um planeta azul :)
neste site há ainda imensas ideias do que podemos fazer/lazer neste dia...
Francisco, não te apetece fazer um passeio no Parque das Nações no domingo?
Pago-te um gelado se nos fizeres uma pequena visita guiada pelos oceanos do mundo!
o que acham???
quinta-feira, 29 de maio de 2008
o Custo de Voar
Para uma melhor informação acerca dos custos globais da nossa acção individual, o Science Museum exibe e divulga dados e problemas do presente e soluções futuras para o problema das Emissões de Carbono e o respectivo offsetting.Does Flying Cost The Earth?
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Quercus defende proibição de estacionamento gratuito para não residentes
Esta recomendação integra um conjunto de dez medidas de promoção do transporte colectivo consideradas fundamentais pela associação ambientalista para melhorar a mobilidade na região.
Ler mais.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Debate Público: ECONOMIA VERDE realizou-se na Faculdade de Economia da UNL

Economia Verde, uma expressão que junta dois conceitos que, eventualmente, até há pouco tempo não fariam sentido na mesma frase. Hoje certamente urge discutir e comunicar melhor as maneiras como a gestão das questões globais como o Ambiente pode ser conseguida através e a favor da Economia, leia-se das soluções geradas a partir da perspectiva do mercado.
Muito obrigada aos nossos convidados Catarina Palma, Paulo Ribeiro e António Ferreira, pelas informações e pelos esclarecimentos que este debate conseguiu proporcionar.
sábado, 17 de maio de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Kick the CO2 Habit
Whether you are an individual, an organization, a business or a government, there are a number of steps you can take to reduce your carbon emissions, the total of which is described as your carbon footprint. You may think you don’t know where to begin, but by reading this, you have already begun.
terça-feira, 13 de maio de 2008
debate amanhã

do Instituto Franco-Português no dia 14 de Maio, quarta-feira, a partir das 21h30.
A entrada é livre. Participe!
Clique aqui para ver o mapa com a localização do
Instituto Franco-Português (Av. Luís Bivar, n.º 91, em Lisboa - junto ao Saldanha)
Mais informações em http:\\pt.mondediplo.com.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Economia verde
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sexta-feira, 9 de maio de 2008
Agora sim o barril petróleo ultrapassou os cem dólares
Mas dado que nestes últimos meses o dólar teve uma desvalorização bastante acentuada, a leitura do preço do petróleo não pode ser feita directamente. Como a cotação do euro face ao dólar oscilou durante muito tempo entre 1.20 e 1.30, vou tomar como referência
o valor 1.25, considerando ser este o valor de 1 dólar. Assim dado que a cotação do euro face ao dólar é hoje de 1.54, o preço do petróleo atingiu neste dia o valor de 1.25/1.54×125=101.5 dólares absolutos. Agora sim podemos comemorar!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Debate Público: ECONOMIA VERDE
Catarina Roseta Palma, ISCTE
Paulo Trigo Ribeiro, 3Drivers
António Abreu Ferreira, Amb3E
13 de Maio, 18h
Auditório A102
Faculdade de Economia
Campus de Campolide
Frequentemente, o preço dos bens e serviços que consumimos não reflecte a totalidade dos custos ambientais que a sua produção origina, adulterando o processo de decisão dos consumidores e induzindo escolhas que não maximizam o bem-estar global.
A elaboração de legislação adequada tem potenciado a integração crescente dos custos ambientais no preço dos bens e serviços transaccionados, fomentando a substituição de produtos ambientalmente pouco eficientes por outros mais sustentáveis.
Este debate pretende discutir possibilidades de conciliar os legítimos objectivos empresariais com a promoção da qualidade ambiental, designadamente através de uma melhor articulação dos centros de investigação cientifico-tecnológicos com o meio empresarial e da optimização e simplificação do enquadramento institucional e jurídico das actividades económicas.
terça-feira, 6 de maio de 2008


No passado dia 19, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro - Telheiras, debateu-se Saúde Ambiental. Pelas vozes de António Tavares, da Escola Nacional de Saúde Pública e Mário Durval, Presidente da Assembleia Geral da Associação Nacional de Médicos de Saude Pública.
Ficamos muito agradecidos pela disponibilidade de ambos os oradores em partilhar a sua experiência nesta área. Obrigada ainda ao José Silva por apresentar e moderar a sessão. O debate que se seguiu foi animado por membros da plataforma e por moradores do Lumiar; prosseguindo até depois do encerrar da Biblioteca. Mais uma iniciativa da Plataforma de Discussão e Intervenção Ambiental.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Reunião dia 29 de Abril, Faculdade Ciências
-Vamos analisar o andamento do ciclo de debates em curso. Fazendo um balanço dos debates já realizados e também preparar os próximos.
Em particular vamos procurar avaliar o sucesso dos dois últimos debates, sobre Consumo Sustentável (Fórum FNAC Colombo, 5 de Abril), e Ambiente e Saúde Pública (Biblioteca Orlando Ribeiro, 19 de Abril).
- Vamos falar do processo de legalização da Plataforma.
-Nesta reunião serão também discutidas as próximas actividades da plataforma, tais como construção do site, elaboração de uma publicação com textos dos oradores do ciclo de debates, passeios de bicicletas, ideias para novas t-shirts, tertúlias, acções de rua, e o que mais surgir.
Apareçam!
quarta-feira, 23 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
Claude Allègre
Climat: la prévention, oui, la peur, non, L'Express, May 2006
Falando claro e muito convicto, Allègre, declarou hoje na Academia das Ciências em Lisboa que há grandes desafios para a humanidade hoje, mais certos e urgentes que o tema genérico das alterações climáticas [que, no seu ponto de vista, não é um problema antropogénico]: a Demografia, por exemplo, em breve seremos nove milhões a precisar de alimento e de água.
A sua tese: o ser humano tem nas mãos grandes desafios: a Adaptação a novas realidades. A solução: aceitar um progresso positivo com novas maneiras de produzir e gerir a Energia, os Resíduos, a Água, etc. Um pouco como os ciclos Geológicos, pensar os sistemas circulares de reciclagem de tudo o que possa ser reciclado, a energia, a água...
Na gestão do tema da biodiversidade, a solução para o desaparecimento da população de ursos polares a norte do Canadá, não está nas medidas extemporâneas como a redução da velocidade nas autoestradas [França], mas sim na luta para a proibição efectiva da caça a estes ursos!
As soluções para o futuro do nosso Planeta, devem ser realistas e fazer parte de medidas de adaptação económica à lógica dos mercados globais, ao presente.
Biodiversidade e Ordenamento do Território
Ambos os oradores realçaram a importância de travar a especulação no sector da construção que deita por terra as boas intenções dos planos directores.
Podem ler mais aqui.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Que Futuro para o Planeta?
22 de Abril de 2008
18H00
Claude Allègre dispensa apresentação. Cientista, pedagogo e político, os seus livros têm contribuído muitíssimo para formar sucessivas gerações de cidadãos, no que toca a Ciências da Terra, a questões ambientais e a temas de educação.
Claude Allègre, um EXCELENTE orador, apresenta uma visão interessantíssima, e algo polémica, acerca das soluções para os problemas ambientais que nos preocupam a todos. Allègre demarca-se claramente de Al Gore e defende que, longe de nos levar a uma vida mais difícil, a protecção ambiental é uma enorme oportunidade de desenvolvimento e de melhoria do nosso nível de vida.
A conferência resulta de uma iniciativa do Museu Nacional de História Natural, da Academia das Ciências de Lisboa, da Embaixada de França e da Sociedade Geológica de Portugal.
Local:
Academia das Ciências de Lisboa
Rua da Academia das Ciências, 19,
Lisboa
Portugal ultrapassou em 2006 limites fixados por Quioto em 13 por cento
21.04.2008
PÚBLICO
As emissões de gases com efeito de estufa de Portugal em 2006 ultrapassaram em 13 por cento o limite fixado pelo Protocolo de Quioto. A Quercus lamenta a “incapacidade” do país implementar o Programa Nacional para as Alterações Climáticas, em especial no sector do transporte rodoviário.
Segundo o Protocolo de Quioto, Portugal poderia aumentar as suas emissões destes gases em 27 por cento até 2012, por referência a 1990. Mas em 2006, esse aumento era já de 40 por cento.(continua...)
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Ambiente urbano, saúde e transportes
A minha percepção acerca das nossas percepções sociais é a de que cada vez mais nos sentimos preocupados, alertados e sensibilizados para as questões ambientais, em particular as directamente relacionadas com a saúde humana, seja porque os media dão cada vez mais importância ao assunto ou porque os sentimos de facto.
Li recentemente um relatório de 2004, "Áreas Metropolitanas – Vivências, Mobilidades e Qualidade de Vida" pela investigadora Susana Valente, sob orientação de Luísa Schmidt. Fiquei a saber entre outras coisas que:
- o ruído é o problema ambiental que os inquiridos colocam em primeiro lugar, seguido da poluição automóvel e poluição do ar. A questão era de resposta aberta e o estudo destaca ainda o trânsito como outra categoria apontada;
- a maioria percepciona que estes problemas vão piorar nos próximos 10/15 anos e considera que "a resolução dos problemas ambientais no mundo actual depende principalmentede uma mudança de comportamentos de cada um de nós ".
O crescimento das áreas metropolitanas e o não acompanhamento de uma actualização da necessária rede de transportes públicos, que se apresenta aparentemente insuficiente, tem contribuído para o cenário actual de congestão diária devido ao recurso do transporte individual.
Ouvi uma vez o investigador João Seixas referir que a estimativa de custos associados a utilização excessiva do transporte individual é 14,3% do PIB nacional.
Tendo em conta que, em ambiente urbano os transportes são a principal causa de poluição do ar e ruído e considerando as suas reconhecidas implicações na saúde, parece-me que se deveria pensar a mobilidade como um bem público cuja avaliação de qualidade, na satisfação, passe pela inclusão efectiva das externalidades associadas, nomeadamente os custos com a saúde.
sítios na web
WHO – World Health Organization
Ar : http://www.euro.who.int
Ruído: http://www.euro.who.int
Tem-se assistido ao desenvolvimento de estratégias no sentido de mitigar este efeito...por exemplo relativamente à poluição do ar a Estratégia temática sobre a poluição atmosférica: http://europa.eu/scadplus/leg
quinta-feira, 17 de abril de 2008
na blogosfera http://sociedade-civil.blogspot.com/
Com que se preocupam os portugueses?
84% dos portugueses considera que os riscos ambientais tendem a aumentar. A saúde e o sector alimentar completa a lista das maiores preocupações dos portugueses neste momento. Casos com a BSE, a gripe das aves, a pneumonia atípica, produtos alimentares contaminados a acumulação de resíduos industriais perigosos parecem fazer desta sociedade uma “sociedade em risco”, como alguns já apelidaram.
Neste SC queremos perceber quais foram as estratégias aplicadas para resolver estas problemáticas, quem foram os seus actores e tentar perceber quais as consequências existentes no sociedade que se encontra em risco permanente e os estados de angústia que o risco provoca nos cidadãos.













