quarta-feira, 25 de abril de 2007

Jorge Buescu considera documentário do Channel IV de "muito sério"

"6) Cordialmente convido todos os meus leitores a verem um documentário muito sério produzido pela BBC este ano: "The great global warming swindle". Existe no youtube. Tem enorme qualidade, e espero que alguma das nossas TVs o transmita." Jorge Buescu na caixa de comentários ao "post" Uma tacada forte em mentiras convenientes no "De Rerum Natura".
Na realidade não se trata de um documentário da BBC, mas do Channel Four!
Eis aqui a notícia em que um dos cientistas mais conceituados entrevistados no referido documentário diz terem sido manipuladas as suas afirmações.
Aqui algumas referências aos curricula de alguns dos participantes.
Aqui a reacção da The Royal Society.
Outra referência na imprensa britânica, "The Guardian", sobre a credibilidade do "The great global warming swindle".
A análise dos argumentos apresentados.



terça-feira, 24 de abril de 2007

Aquecimento Global cria uma nova ilha

Para quem esteve no debate na FCUL após a exibição de "Verdade Inconveniente", o Francisco Ferreira da Quercus referiu esta notícia , que leu no Independent.

Lógica e falácia

A Cláudia descobriu este post do Jorge Buescu no "De rerum natura" que vale a pena ler e discutir. Aqui está um exemplo, parece-me, de um texto em onde são esquecidas opiniões e teorias contrárias.

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Alterações Climáticas no Conselho de Segurança da ONU

As Alterações Climáticas entraram no domínio das considerações da segurança internacional. Ver aqui.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Proposta de acta da reunião de 12 de Abril

Como prometido cá vai a minha versão dos acontecimentos:

No dia 12 de Abril decorreu a primeira reunião da Plataforma de Discussão e Intervenção Ambiental (PDIA). Estiveram presentes 19 pessoas.

Esta reunião teve como objectivos fundamentais, que as pessoas se apresentassem, e expusessem as ideias que têm sobre o que esta plataforma deve ser, e de como deve actuar.

Foi discutido o tipo de actividades que a plataforma deve desenvolver, e o modo como deve comunicar com o exterior. Naturalmente que esta discussão ficou em aberto, devendo ser retomada nas próximas reuniões.

O nome da plataforma foi também discutido, tendo sido proposto que este fosse alterado. Até à próxima reunião será discutido via email o nome da plataforma, devendo então ser tomada uma decisão.

Foi proposta a legalização da Plataforma como uma ONG ambiental de modo a poder receber financiamentos externos, que suportem as suas actividades. A maioria dos presentes considerou prematuro avançar para esta situação.

Discutiu-se o modo de funcionamento do blog, e foi decidido enviar a todos os membros da plataforma um convite para participarem no blog. Cada participante do blog é livre de colocar as mensagens que entender com a sua assinatura, sendo que só as posições assumidas pela PDIA devem ser escritas em seu nome.

Todos concordaram ser importante destacar as posições da PDIA das opiniões individuais. Tendo sido sugerido que as mensagens da PDIA tivessem fonte verde, e as restantes fonte preta.

Foram ainda discutidas as diferentes formas de comunicarmos entre nós, e o modo de funcionamento da caixa de email da PDIA. Decidiu-se que todos os membros da plataforma teriam acesso à esta caixa. E que nesta caixa existiram duas listas de email uma com os emails dos membros da plataforma, e outra com os emails das pessoas que não pertencendo à plataforma pretendam receber informações acerca das nossas actividades.

Foi acordado que as discussões temáticas entre os membros da plataforma deverão ocorrer no blog. Sendo uma discussão desencadeada por um texto que alguém decida colocar, sendo prosseguida através dos comentários de outras pessoas.

Por último foi marcada a próxima reunião da plataforma para quinta-feira dia 10 de Maio às 18h, esta reunião decorrerá nas instalações do IST.

sábado, 14 de abril de 2007

Alguns números para reflexão e debate

CHINA AS A POWERFUL DRIVER OF WORLD TRENDS

  • Explosive growth in emerging markets, particularly China, was a large factor behind the 5 percent increase in the gross world product in 2004, to $55 trillion. China’s economy alone grew by 9 percent. (p. 44)
  • China increased its oil consumption by 11 percent in 2004, cementing its position as the world’s number two user (after the U.S.) at 6.6 million barrels per day. (p. 30)
  • China is rapidly increasing its dependency on automobiles, with sales of cars and light commercial vehicles expected to reach 5 million units in 2005 and 7.3 million by 2007. (p. 56)
  • China’s fleet of airplanes is due to skyrocket from 777 planes in 2003 to over 2,800 planes in 2023. (p. 60)
  • China now ranks second (after the U.S.) in global carbon emissions, with a 14-percent share. Emissions in China are up more than 47 percent since 1990, and it accounted for half the global increase in 2003. (p. 40)
  • Between 2001 and 2020, some 590 thousand people a year in China are projected to suffer premature deaths due to urban air pollution—nearly one third of the projected world total. (p. 95)
  • Consumption of meat in China is expected to reach 73 kilograms per person on average a year, a 55 percent increase from 1993. (p. 24)
  • Because of China’s mounting HIV/AIDS epidemic, the number of people living with HIV in East Asia jumped nearly 50 percent between 2002 and 2004, to 1.1 million. (p. 68)
Ver mais em "Vital Signs" 2005 e "Vital Signs" 2006-2007, uma publicação do World Watch Institute.

ÁGUA - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento

Water Rights and Wrongs A young people's summary of the United Nations Human Development Report 2006
Beyond scarcity: Power, poverty, and the global water crisis

Water costs nothing for those with everything and everything for those with nothing ("A água nada custa para os que têm tudo, e tudo custa para os que nada têm")
The poor pay huge sums for small amounts of water. To get it, they walk great distances, wait hours, and compete with other equally desperate people for the precious resource.
Overcoming inequality is more than making sure that all people receive 20 litres of water everyday – those 20 litres must be clean and affordable – and free for the poor.